Literatura de cordel e BBB, tudo a ver!

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E começou tudo de novo, estreou mais um Big Brother Brasil. Caramba! Já são doze anos! Acho deprimente curioso crianças nascidas a partir de 1998 não terem recordação de um tempo sem esse… programa.

Aproveitando um artigo sobre o assunto no ZÉducando, do meu amigo Zé Rosa, decidi fazer minha “homenagem” e terminei descobrindo um excelente texto do baiano Antonio Barreto.

Não é a primeira vez que escrevo sobre o Big Brother Brasil, mas esse é um dos melhores textos que já encontrei sobre o assunto. Além de professor, poeta e cordelista, Barreto também é um ótimo crítico, dono de uma escrita afiada e de um grande senso de humor…

A seguir, reproduzo o texto (é bem longo, mas vale a pena ser lido!). Depois, algumas observações sobre ele…

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Atualmente temos memória ou vaga lembrança?

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Além do artigo de Marquezi, a revista Info de maio traz outra matéria interessante sobre segurança.

A segurança da informação busca garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação. A maioria dos trabalhos na área enfoca os dois primeiros princípios e, aqueles que enfocam o terceiro, normalmente o fazem no curto prazo, recomendando o uso de cópias de segurança, ensinando como recuperar arquivos danificados ou como armazená-los “na nuvem” para uso móvel.

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Como assim, Bial?

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Na internet, é comum encontrarmos textos com autoria incorreta, como o texto regras que não se aprende na escola, normalmente atribuído a Bill Gates, ou o texto Os votos, normalmente atribuído a Victor Hugo.

Isso não ocorre apenas com personalidades internacionais. Existem textos atribuídos a vários intelectuais brasileiros, como Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Millôr Fernandes, Pasquale Cipro Neto e Luis Fernando Verissimo. Ironicamente, os problemas provenientes dessas “obras” fazem com que sejam veementemente repudiadas pelos seus supostos autores.

Um exemplo é o texto a seguir, que tem circulado a internet erradamente atribuído a Verissimo, quando seu verdadeiro autor parece ser Marcelo Guido. De fato, pelo menos para mim, que sou leigo, Verissimo parece ser mais sutil e irônico…

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Algumas reflexões sobre a televisão

Inspirado pela recente tirinha sobre reality shows, resolvi procurar por mais algumas relacionadas à televisão e encontrei algumas excelentes tirinhas d’Os Levados da Breca.

O autor atribui às suas tirinhas uma sagacidade à primeira vista ingênua, muito parecida com a encontrada em alguns comentários brilhantes das crianças. E as três tirinhas abaixo exemplificam isso muito bem: ácidas na medida certa, especialmente a última (nº 519)!

oslevadosdabreca_sensocritico.gifTirinha nº 507

oslevadosdabreca_videotas.gifTirinha nº 512

oslevadosdabreca_recheiodatv.gifTirinha nº 519

Fonte: Os Levados da Breca.

A ironia das votações no Brasil

É surreal como o povo brasileiro investe tempo e dinheiro em futilidades coisas como o Big Brother Brasil. Essa atração irracional pela mídia e pela fama instantânea é analisada, e duramente criticada, no texto de Malu Fontes publicado no Zéducando.

Esse comportamento impressiona não apenas acadêmicos, mas todos os que têm algum senso crítico. Chargistas talentosos, por exemplo, conseguem resumir em poucas imagens o absurdo da situação. Como Tiago Nepomuceno fez na charge abaixo:

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Fonte: Tiras do Sabiá.