Atualmente temos memória ou vaga lembrança?

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Além do artigo de Marquezi, a revista Info de maio traz outra matéria interessante sobre segurança.

A segurança da informação busca garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação. A maioria dos trabalhos na área enfoca os dois primeiros princípios e, aqueles que enfocam o terceiro, normalmente o fazem no curto prazo, recomendando o uso de cópias de segurança, ensinando como recuperar arquivos danificados ou como armazená-los “na nuvem” para uso móvel.

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Sua vida é pública ou privada?

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A revista Info de maio traz um artigo sobre a privacidade na internet, mais especificamente, nas redes sociais. Considero esse assunto muito negligenciado, tendo escrito sobre ele pelo menos três vezes:

Claro que não é necessário terminar como Richard Stallman, que em nome da privacidade, evita celulares e lê as páginas da internet baixando-as uma a uma, sem um navegador. Mas contar detalhes de sua vida a estranhos é, na minha opinião, um convite a problemas.

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Surfar ou chafurdar na web?

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O uso da internet parece-se um pouco com a colonização do continente americano. No começo, o mundo virtual (o Novo Mundo) parecia um paraíso, cheio de oportunidades e bastante seguro. Contudo, à medida que oportunistas passaram a frequentá-lo, mostrou-se tão arriscado quanto o mundo real (o Velho Mundo). As ferramentas de proteção, como antivírus e programas anti-spyware, têm muito trabalho para se manter atualizados frente ao número cada vez maior de ameaças.

Em virtude dessa mutabilidade, antivírus, anti-spyware, vacinas e toda a parafernália de proteção são o último recurso de segurança. São como as redes usadas pelos trapezistas, ou os cintos de segurança nos veículos: estão lá para prevenir maiores danos em caso de acidente, mas não se deve contar exclusivamente com eles.

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Mais cuidado com o “seu” orkut…

orkut_risks.jpgA internet é ótima para encontrarmos um livro, um filme, o nome de uma personagem de desenho animado antigo, uma pousada para descansar um pouco e até mesmo aquele velho colega de colégio de quem lembramos pouco mais que o nome. É uma ferramenta fantástica!

Só que essa ferramenta não julga valores ou intenções: se um dado está lá, mais cedo ou mais tarde será encontrado. E as pessoas parecem não notar isso, expondo-se cada vez mais.

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Esqueceram que o orkut é para maiores de 18 anos?

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Há várias cartilhas sobre internet disponíveis. Umas voltadas para os jovens, outras para os idosos. Umas poucas mais técnicas, a maioria nem tanto. Mas todas (ou melhor, quase todas — é perigoso generalizar), tentam passar orientações sobre segurança na internet, um meio caótico e anárquico por natureza.

Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, diz o adágio. Orientações sobre segurança são sempre bem-vindas. Contudo, na minha opinião, certos maus costumes estão tão arraigados que passam despercebidos pela maioria de nós e escapam às boas intenções, nossas e dos elaboradores de cartilhas. Alguns desses costumes, como desobedecer ou ignorar regras, são bem antigos. Outros são mais recentes, como deixar as crianças à mercê de “babás eletrônicas”: antes a televisão, hoje o computador e a internet.

Recebi uma cartilha, muito bem feita, que se dispõe a dar orientação aos pais e crianças sobre o bom uso da internet, com dicas e soluções para um acesso consciente e seguro. É uma cartilha curta, com orientações simples e rápidas para pais que se preocupam com a segurança de seus filhos na internet. Traz ainda uma história em quadrinhos com uma lição muito boa sobre violência e discriminação na rede. O problema é com a mensagem implícita na historinha…

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