Nem tudo é o que parece ser…

Considero Matrix um dos meus filmes prediletos: independentemente da qualidade do restante da trilogia, ele me fez refletir sobre várias coisas, especialmente sobre o conceito de realidade e como os nossos sentidos podem nos enganar (e ser enganados).

É relativamente fácil compreender que “realidade” é como interpretamos o mundo através de nossos sentidos. O que precisa ser observado é que o condicionamento do nosso cérebro influencia essa interpretação. Ou seja, até um certo ponto, nós criamos nossa realidade!

A pedra flutuante na imagem abaixo circulou recentemente nas redes sociais. Ela não passou por montagens em programas como o Photoshop: as plantas, o solo, a pedra… Todos os elementos são reais. Então, como ela flutua?

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Curiosidade extremada

Infelizmente, essa tirinha que recebi via WhatsApp reproduz como me sinto com a histeria falta de respeito curiosidade das pessoas nesses tempos de extremismo galopante…

eleicoes_astronauta.jpgFonte: WhatsApp (autor desconhecido).

Se alguém tiver alguma informação sobre a autoria dessa tirinha, por favor, avise-me!

Sim, mestre!

Continuando a reflexão iniciada em Prioridades (2) e Mal da modernidade (parte 2), segue um cartum de Manu Cornet, um cartunista francês (e profissional de informática!) que eu não conhecia até agora:

manucornet_mobile_relationship.pngFonte: Bonkers World.

Gostei do trabalho dele! É bem incisivo e o traçado lembra cartuns antigos!

Existem mil maneiras de preparar…

Começamos um novo período eleitoral.

Para ajudar, sugiro algumas reflexões sobre políticas, redes-sociais (pelo visto serão muito usadas este ano!) e extremismo que não ficam velhas… A começar por essa:

quintessence_of_hate.pngFonte: Imgur (autor desconhecido).

Espero que pesquisemos e reflitamos com cuidado. E debatamos com mais calma ainda!

Afinal, eleições vêm e vão mas, apesar de termos que aturar os políticos eleitos por vários anos, o que fica mesmo são nossos amigos e familiares…