Como ser um bom chefe?

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O carnaval está chegando e nada melhor do que aproveitar esses dias para descansar! Mas, como o único lugar em que “descanso” vem antes de “trabalho” é no dicionário, deixo para reflexão, uma série de dicas para o bom chefe.

Extraída do podcast What Great Bosses Know, a lista abaixo, traduzida inicialmente por Sylvio Ribeiro, do blog Pequeno Guru, descreve pequenas coisas que bons chefes não apenas sabem, mas aplicam no dia-a-dia com a sua equipe.

Aproveite! Como disse Sylvio na primeira parte da lista, se você já é gestor, faça uma autoavaliação; se ainda não é, absorva o máximo que puder.

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Site da Receita Federal entrará em manutenção

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Um rápido aviso de utilidade pública: o site da Receita Federal do Brasil passará por uma manutenção no próximo fim de semana (dias 21 e 22 de janeiro) para ampliar sua infraestrutura.

Durante a manutenção, diversos serviços, como o pagamentos de tributos e o acesso aos programas do órgão estarão indisponíveis.

Como ocorreu na parada anterior (durante o carnaval de 2010), a previsão é que os serviços estejam normalizados no primeiro dia útil seguinte (segunda-feira, dia 23 de janeiro).

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O método napoleônico de divisão de trabalho

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O texto abaixo circula na internet com autoria desconhecida. A versão reproduzida abaixo é adaptada de uma versão em inglês, encontrada no site de Luiz Marins. Não tenho como descobrir seu verdadeiro autor, nem sua veracidade, mas não é por isso que não podemos aprender algo com ele.

É curioso observar que as versões em português usam a palavra “ignorante”, enquanto essa versão em inglês usa a palavra “stupid” (estúpido, em português). Creio que essa diferença tenha grande importância porque, segundo o dicionário:

  • ignorante é alguém sem instrução, sem conhecimento sobre determinado assunto; e
  • estúpido é alguém sem inteligência, sem discernimento.

Ou seja, o ignorante pode ser instruído, enquanto o estúpido encontra dificuldades em raciocinar. Portanto, usarei aqui a palavra “estúpido” por mais que o politicamente correto exija o contrário (ou justamente por isso)…

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Qual é, jacaré?

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Quem nunca chegou ao fim do dia frustrado porque, apesar de cansado, não conseguiu fazer nada do que tinha planejado?

São pequenas coisas que vão absorvendo o tempo que deveria ser dedicado ao cumprimento de nossos planos e, quando nos damos conta, apesar de ocupados o tempo todo, sentimos como se não tivéssemos feito nada. O pior é quando um dia vai emendando no outro e os problemas não param de crescer.

Os textos abaixo partem de uma analogia simples, porém bastante didática, sobre o assunto. Segundo eles, a culpa é do “jacaré”…

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Por que insistem em falar difícil?

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Há pouco mais de quatro anos, escrevi sobre o costume de alguns profissionais em dificultar a comunicação (Precisa falar difícil?). Na época, fiquei admirado com a demonstração de um juiz que uma decisão judicial não precisa ter tanto palavreado difícil.

A legislação brasileira é complexa, isso não é nenhuma novidade. O sistema tributário nacional, por exemplo, é tão complexo que, segundo um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, desde a promulgação da Constituição de 1988, foram editadas, em média, mais de cinco normas tributárias de âmbito federal por dia útil!

Independentemente de outros fatores, já seria difícil compreender um número tão grande de normas. Levando em conta a redação dos documentos oficiais, pior ainda. O texto de Eliane Brum, publicado no início de abril na revista Época e encaminhado a mim por uma grande amiga (obrigado, Helena), retrata essa dificuldade. Apesar de um pouco longo, o texto é muito interessante e vale a pena ser reproduzido aqui:

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