Para onde vão as boas ideias?

Você já imaginou por que seu cérebro parece funcionar “com o freio de mão puxado” quando você está com uma daqueles dores de cabeça “de rachar”?

ruas_ideias.pngFonte: Um Sábado Qualquer.

Por experiência própria (infelizmente), posso afirmar que Carlos Ruas está certíssimo!

De onde vêm as boas ideias?

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Imagine a seguinte situação:

Você está voltando para casa depois de um dia cansativo no trabalho.

Você passou o dia tão concentrado tentando resolver um problema do serviço, que só notou como era tarde quando seu chefe veio se despedir. Depois de deixar o problema para o dia seguinte, você só quer comer alguma coisa, tomar um bom banho e tentar descansar.

Você caminha distraído cantarolando uma música, sem prestar muita atenção na letra, quando ao dobrar a esquina, surge uma ideia em sua cabeça. Você dá um leve tapa na testa, sorri e murmura:

— Como não pensei nisso antes?

Satisfeito, você volta a caminhar, sabendo que agora sua noite será bem mais gratificante…

Quem nunca passou por uma situação parecida? Muitas vezes, depois de alguma questão ter ocupado nossa mente por um bom tempo, surge uma ideia brilhante, aparentemente “do nada”.

De onde vêm essas ideias? O que podemos fazer para torná-las mais frequentes?

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Macacos de imitação?

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Ninguém é perfeito, nem as pessoas, nem as organizações.

Uma das estratégias para o auto-aperfeiçoamento é, para cada área a ser melhorada, encontrar um modelo a ser seguido e tentar imitá-lo. Grosso modo, pode ser comparado à técnica de benchmarking:

Benchmarking é simplesmente o método sistemático de procurar os melhores processos, as ideias inovadoras e os procedimentos de operação mais eficazes que conduzam a um desempenho superior.
(Christopher E. Bogan)

O problema é quando essa estratégia é usada de forma incorreta:

  • copiando cegamente processos e ideias inadequados fora de seu contexto original; ou
  • fazendo uma cópia mal acabada, pouco parecida com o original.

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Outra perspectiva do fim do mundo

Aproveitando que hoje é sexta-feira, continuo o post sobre o fim do mundo perguntando: será que o apocalipse zumbi está na nossa frente e só não percebemos ainda?

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Fonte: Anúncio da Red Bug.

Dores de crescimento organizacional?

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Conheci a TAM na década de 1990, quando oferecia um programa de fidelização inovador e dava repetidos exemplos de bom atendimento aos clientes.

Assim como no Hotel Venetia, a intenção de encantar o cliente TAM era visível em vários detalhes, desde o tapete vermelho estendido na entrada da aeronave, onde o próprio comandante vinha receber os passageiros, até a distribuição gratuita de balas mastigáveis (para ajudar durante a pressurização), passando pelo serviço de atendimento ao cliente “Fale com o presidente”.

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