Sensacionalismo generalizado

Descobri hoje (bem atrasado!) que o brasileiro Raimundo Rucke foi premiado com o segundo lugar na edição de 2015 do concurso Ranan Lurie de cartuns políticos, promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU):

rucke_premio_onu_2015.png
Fonte: Raimundo Rucke via Imprensa Pública.

Segundo o autor, o cartum é uma crítica ao que tem acontecido no mundo e também ao sensacionalismo da mídia.

Se ele achava isso quando idealizou o cartum em 2014, imagino o que pensa agora…

Conteúdo na internet hoje em dia

Houve um tempo em que a internet era um mar de informações (daí a expressão “navegar na internet”) e cada clique nos levava a uma descoberta…

Claro que encontrávamos algum lixo, mas a quantidade ainda não incomodava. Não podemos dizer o mesmo da estética da época, mas isso é assunto para outra hora…

Já hoje em dia…

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Fonte: Owlturd Comix.

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Sim, mestre!

Continuando a reflexão iniciada em Prioridades (2) e Mal da modernidade (parte 2), segue um cartum de Manu Cornet, um cartunista francês (e profissional de informática!) que eu não conhecia até agora:

manucornet_mobile_relationship.pngFonte: Bonkers World.

Gostei do trabalho dele! É bem incisivo e o traçado lembra cartuns antigos!

A vida imita a arte?

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Nos anos 80, os filmes de terror (como Halloween – A Noite do Terror, Sexta-feira 13 e A Hora do Pesadelo) estavam em alta.

Não demorou muito para que a tendência seguisse para a música, onde o maior destaque é a inesquecível Thriller, de Michael Jackson.

Em uma outra música que seguia essa tendência, o compositor queixava-se de não ter mais privacidade e associava isso a uma imaginária situação de terror. O medo era tanto que beirava a paranóia!

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