O último ensinamento

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Nossos pais são uma das maiores dádivas que temos na vida.

Não falo de eles terem nos trazido a este mundo (fato importantíssimo, mas infelizmente há aqueles que se limitam a isso), refiro-me a terem nos protegido, a terem nos servido de exemplo, a terem tido a paciência para nos ensinar a ser “gente de bem”. E o fizeram sem querer nada em troca, exceto o nosso bem-estar!

Há alguns anos, publiquei um texto de Artur da Távola em que ele conclui:

Ser pai é, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver. É quem se oculta na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.

É uma linda conclusão, mas um primo me enviou hoje um outro texto que a contradiz, provando que o trabalho dos pais nunca termina: eles estão sempre nos ensinando.

Nem que seja a última coisa que façam…

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O que você canta em aniversários?

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Que música você costuma cantar na hora de apagar as velinhas em um aniversário?

Se você deu de ombros e respondeu “Parabéns pra você”, saiba que você canta a música errada desde criança…

No final da década de 1930, chegou no Brasil a moda de cantar a música “Happy Birthday to You”, recém-surgida nos Estados Unidos. A letra era (e ainda é) bastante simples, basicamente a frase happy birthday to you (parabéns a você) repetida quatro vezes, com uma delas trazendo o nome do aniversariante.

Incomodado com aquela “invasão musical”, o cantor Almirante (Henrique Foréis Domingues), nacionalista fervoroso, promoveu um concurso na Rádio Tupi para escolher uma letra brasileira para a melodia estrangeira.

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Desejos para o próximo ano

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O novo ano se avizinha e, com ele, as costumeiras mensagens de ano-novo. Vi várias mensagens bonitas este ano, mas uma tem se propagado rapidamente nas redes sociais. Só no Whatsapp já a recebi umas quatro vezes em três grupos diferentes (sim, foram repetidas no mesmo grupo).

É uma mensagem muito simples e direta, mas também muito bonita. Acho que o que mais me agradou foi o contraste entre os vários desejos tão comuns a todos nós.

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Bate o sino, pequenino…

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Para mim, 2014 foi um ano difícil.

Teve bons momentos, é claro, mas também trouxe grandes dificuldades: da perda de pessoas muito queridas à montanha-russa que é a educação de jovens, passando pelo diagnóstico e tratamento de doenças graves em meus pais.

Em vários momentos eu me senti como um nadador cansado que bateu braços e pernas por muito tempo apenas para não se afogar…

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