Smartphones (e dumbusers)

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Os smartphones são ferramentas fantásticas e a cada dia incorporam mais funcionalidades, tornando-se quase indispensáveis à vida moderna.

Talvez, um dia, superadas as barreiras técnicas, tornem-se assistentes pessoais de verdade (como Jarvis, HAL ou mesmo Samantha).

Antes disso, porém, precisamos aprender incorporá-los ao nosso dia a dia com naturalidade (e sem deslumbramento ou vício)…

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Pedagogia televisiva

Sei que essa história da televisão influenciar na educação infantil é muito “anos 80”, mas encontrei esse cartum de Quino no ZÉducando e não resisti:

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Fonte: ZÉducando.

Ah! Se preferir, essa técnica também funciona com tablets ou smartphones

A televisão de Galeano

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Ontem faleceu mais um dos grandes nomes da América Latina, Eduardo Hughes Galeano, jornalista e escritor uruguaio.

Em sua memória, seguem algumas de suas reflexões sobre a televisão, retiradas de sua obra “O Livro dos Abraços”:

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Só depende de nós!

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Ontem, tivemos mais um conjunto de manifestações contra a corrupção por todo o país. Fiquei feliz em ver que é a segunda manifestação desse porte que ocorre sem notícias de violência nem de vandalismo.

Também acho que a corrupção é um dos maiores, senão o maior mal que aflige nosso país (o outro, na minha opinião, seria a falta de educação, acadêmica e doméstica). Porém, acho que, além de nos manifestarmos, precisamos melhorar a qualidade do nosso voto e, principalmente, combater a corrupção no dia a dia.

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O último ensinamento

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Nossos pais são uma das maiores dádivas que temos na vida.

Não falo de eles terem nos trazido a este mundo (fato importantíssimo, mas infelizmente há aqueles que se limitam a isso), refiro-me a terem nos protegido, a terem nos servido de exemplo, a terem tido a paciência para nos ensinar a ser “gente de bem”. E o fizeram sem querer nada em troca, exceto o nosso bem-estar!

Há alguns anos, publiquei um texto de Artur da Távola em que ele conclui:

Ser pai é, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver. É quem se oculta na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante.

É uma linda conclusão, mas um primo me enviou hoje um outro texto que a contradiz, provando que o trabalho dos pais nunca termina: eles estão sempre nos ensinando.

Nem que seja a última coisa que façam…

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