Afinal, para que serve a Páscoa?

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Como acontece quase todo ano, nesta Semana Santa recebi o texto abaixo.

Só que este ano, por alguma razão, deixei um pouco o humor de lado (o texto é hilário!) e parei para pensar um pouco sobre como a Páscoa vem sendo “sequestrada” pelo comércio, ano após ano…

(o que, diga-se de passagem, também ocorre com outras datas comemorativas, como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, por exemplo.)

Por isso, convido-o a ler o texto a seguir, colocando-se no lugar no menino, que não consegue conciliar o que sabe da festa com o que vê na realidade…

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Razão ou emoção?

Acho curioso como as pessoas supervalorizam as emoções! Você já observou como os artistas (bons e ruins) recebem mais atenção que os professores? E, mesmo entre eles, os professores de matemática são tão queridos pela maioria dos alunos quanto os de artes?

É claro que um ser vivo sem emoções não existe nem na ficção científica! (Vulcanos não contam, eles reprimem as emoções…) E longe de mim desmerecer a arte: até a ciência precisa dela! Minha queixa é que a maioria das pessoas costuma considerar apenas o lado “bonitinho” das emoções e esquece que tudo tem dois lados!

E nem sempre os dois lados são… Digamos assim, “bonitinhos”:

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Fonte: Owlturd Comix.

Afinal, qual foi a última vez em que você decidiu, fria e racionalmente, ser grosseiro com alguém?

Você é pedófobo?

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Por falta de tempo, tenho publicado mais cartuns do que texto. Às vezes, porém, um assunto mais profundo vence a correria diária e impõe a necessidade de um texto.

É o caso de um texto que li hoje sobre educação infantil.

Na maior parte do tempo, sou criticado por reclamar que estão dando direitos demais (e obrigações de menos) aos jovens. Às vezes, porém, encontro alguém mais convincente do que eu que concorda comigo, como aconteceu com Rosely Sayão, Lya Luft e Lílian Silva.

Hoje, encontrei o excelente texto a seguir…

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O que você vai ser quando crescer?

Fiquei impressionado com a mensagem que meu pai escreveu há umas semanas para homenagear o aniversário de nascimento do meu falecido avô: eu sei que ele escreve bem, mas a mensagem ficou tão boa que tive dificuldade em fazer algo semelhante para o Dia dos Pais deste ano!

Por sorte, encontrei uma tirinha muito bonita sobre o tema e, depois de algum trabalho, consegui encontrar a fonte. Fiz uma tradução livre para o português:

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