A leitura como chave para o sucesso

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Há três semanas atrás, faleceu José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura. Conheço pouco de sua obra, li apenas um de seus livros, Caim. Seu estilo era bastante incomum, causando estranhamento aos iniciantes. Mas, o humor irônico compensa facilmente o esforço inicial. Agora estou ansioso para ler Ensaio Sobre a Cegueira e as Intermitências da Morte.

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Surfar ou chafurdar na web?

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O uso da internet parece-se um pouco com a colonização do continente americano. No começo, o mundo virtual (o Novo Mundo) parecia um paraíso, cheio de oportunidades e bastante seguro. Contudo, à medida que oportunistas passaram a frequentá-lo, mostrou-se tão arriscado quanto o mundo real (o Velho Mundo). As ferramentas de proteção, como antivírus e programas anti-spyware, têm muito trabalho para se manter atualizados frente ao número cada vez maior de ameaças.

Em virtude dessa mutabilidade, antivírus, anti-spyware, vacinas e toda a parafernália de proteção são o último recurso de segurança. São como as redes usadas pelos trapezistas, ou os cintos de segurança nos veículos: estão lá para prevenir maiores danos em caso de acidente, mas não se deve contar exclusivamente com eles.

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E agora: José

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Então, é Natal… Época em que a maioria da população mundial teoricamente comemora o nascimento de Jesus. Teoricamente porque muitos estão mais preocupados com os presentes que vão ganhar, comprar ou vender.

Nessa época, vemos inúmeras mensagens de boa vontade, na esperança de “espalhar o amor pelo mundo”. São filmes e músicas que se tornaram temas quase obrigatórios no fim do ano. Há, inclusive, discos dedicados exclusivamente ao tema natalino como Natal Todo Dia, do grupo Roupa Nova, e uma Edição Natalina de Amarantine, de Enya.

Como o Natal é a comemoração oficial do nascimento do Cristo, as mensagens são tradicionalmente sob essa perspectiva. Contudo, quero propor uma mensagem de Natal sob a perspectiva dos pais terrenos de Jesus, mais especificamente de José, o pai adotivo.

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O Dia dos Pais

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Como ocorre com o Dia das Mães, a versão moderna do Dia dos Pais surgiu nos Estados Unidos no início do século passado mas tem uma história muito mais antiga. Enquanto os registros mais antigos do Dia das Mães são da Grécia Antiga, a homenagem mais antiga a um pai remonta a 4 mil anos: segundo historiadores, um jovem babilônio, chamado Elmesu, esculpiu, numa tábua de argila, uma mensagem desejando saúde e vida longa a seu pai.

Quanto ao formato atual da comemoração, alguns crêem que surgiu em 1908, organizado por Grace Golden Clayton, em memória dos mortos numa explosão em uma mina. Outros defendem que originou-se dos esforços de Sonora Smart Dodd que, inspirada em Anna Jarvis, teria homenageado seu pai por criar sozinho seis filhos, após a morte da esposa.

Como o Dia das Mães, há quem defenda que deve ser chamado “Dia do Pai”, por se referir ao papel paterno, maior do que aqueles que o exercem. Ou seja, basta seguir o exemplo de Elmesu e escrever uma mensagem sincera e carinhosa…

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Esqueceram que o orkut é para maiores de 18 anos?

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Há várias cartilhas sobre internet disponíveis. Umas voltadas para os jovens, outras para os idosos. Umas poucas mais técnicas, a maioria nem tanto. Mas todas (ou melhor, quase todas — é perigoso generalizar), tentam passar orientações sobre segurança na internet, um meio caótico e anárquico por natureza.

Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, diz o adágio. Orientações sobre segurança são sempre bem-vindas. Contudo, na minha opinião, certos maus costumes estão tão arraigados que passam despercebidos pela maioria de nós e escapam às boas intenções, nossas e dos elaboradores de cartilhas. Alguns desses costumes, como desobedecer ou ignorar regras, são bem antigos. Outros são mais recentes, como deixar as crianças à mercê de “babás eletrônicas”: antes a televisão, hoje o computador e a internet.

Recebi uma cartilha, muito bem feita, que se dispõe a dar orientação aos pais e crianças sobre o bom uso da internet, com dicas e soluções para um acesso consciente e seguro. É uma cartilha curta, com orientações simples e rápidas para pais que se preocupam com a segurança de seus filhos na internet. Traz ainda uma história em quadrinhos com uma lição muito boa sobre violência e discriminação na rede. O problema é com a mensagem implícita na historinha…

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