Votos de ano-novo

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Escrevi o artigo de ano-novo de 2008 em fevereiro e, com as diversas coisas que ocorreram durante o ano (algumas boas, outras nem tanto) meu estado de espírito no fim do ano estava muito diferente e o artigo terminou sendo uma agradável surpresa para mim mesmo.

Assim, este ano pretendi fazer mais uso da função de agendamento do WordPress, começando por este artigo com a transcrição do poema “Os Votos” (caso ele suma da internet, a despeito de todo o trabalho que Emílio Pacheco teve para obter a edição do jornal em que foi publicado originalmente), escrito no dia 4 de janeiro, às 0h25min.

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Desejos de ano-novo

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A música Amor pra Recomeçar de Frejat traz uma linda mensagem de ano-novo.

Pesquisando sobre essa música, descobri que ela é baseada no poema Os votos de Sérgio Jockymann, erradamente atribuído a Victor Hugo. Estão disponíveis, inclusive, as páginas do jornal em que o poema foi publicado em 1978.

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É gente invisível…

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Recebi um e-mail sobre um psicólogo que passou oito anos trabalhando como gari para estudar sobre “invisibilidade pública”, uma percepção humana condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.

Em 1994, Fernando Braga da Costa era estudante de psicologia na USP quando uma tarefa da disciplina Psicologia Social II exigiu que exercesse, por um dia e ao lado de trabalhadores reais, uma “profissão subalterna e não-qualificada”.

Ele escolheu trabalhar ao lado dos garis da própria universidade mas, ao contrário de seus colegas, decidiu levar adiante a experiência. O trabalho começou de forma esporádica mas, aos poucos, foi se tornando mais freqüente. Após alguns meses, pelo menos uma vez por semana Fernando vestia o uniforme e trabalhava como gari.

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Feliz ano-novo!

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Que 2008 traga saúde, paz e prosperidade para todos nós!

2007 foi um bom ano, apesar de um tanto quanto conturbado. Por isso, apesar de procurar um bocado, não encontrei mensagem de ano-novo melhor do que a que me foi mandada, ano passado, por André Moraes do Linux Daily Log (infelizmente, fora do ar):

Tempo em fatias

Por Carlos Drummond de Andrade

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante, vai ser diferente.

O site já está com decoração de ano-novo. O que acharam?

Receita de ano novo

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Como primeira mensagem de 2007 (e seguindo a linha de mensagens de ano-novo), segue uma mensagem de Carlos Drummond de Andrade que o Fantástico deste fim de semana mostrou.

Ela foge à regra de desejar saúde, paz, dinheiro, amor e sucesso. Não que essas coisas não sejam importantes…

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