Se avexe não…

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Vou começar as mensagens motivacionais para o ano de 2013 com uma música que me foi apresentada nesse último réveillon por um conquistense bem humorado e com um grande bom gosto musical.

Ela traz uma mensagem tão bonita que merece ser lida não apenas no ano-novo, mas em qualquer época do ano.

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Espírito de ano-novo

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Maravilhoso para uns, difícil para outros, 2012 acabou, finalmente. Como era de se esperar, o mundo não acabou (mas muita gente ganhou muito dinheiro com essa conversa) e é hora de começar de novo.

Para o mundo, os dias 31 de dezembro e 1º de janeiro podem ser basicamente iguais, mas esse ciclo é importante para nós. Como disse Drummond, agora tudo começa outra vez, com outro número e a vontade de acreditar que daqui para diante, vai ser diferente.

Para ajudar a “carregar as baterias”, gostaria de compartilhar algumas mensagens de ano-novo das quais gostei muito:

  1. Se avexe não…, um “forrozinho danado de bão”;
  2. Um segundinho só…, uma mensagem curtinha, não demora nada; e
  3. Qual o segredo para ser feliz? Afinal, isso é o que importa, não é?

A motivação durante o ano

Vi este calendário bem-humorado no CTRL+PELS e achei-o curiosamente real (pessoalmente, acho que maio ainda é um mês de realismo moderado, mas isso é a minha opinião…):

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Fonte: CTRL+PELS.

Este será o último artigo sobre o ano-novo já que, aparentemente, há um ponto a partir do qual o ano deixa de ser “novo”

Até quando podemos desejar feliz ano-novo?

Gosto muito do PhD Comics, uma tirinha sobre a vida acadêmica nos Estados Unidos (mas perfeitamente adaptável à nossa realidade).

Ultimamente não tenho tido tempo para acompanhá-la, mas vi um trecho de uma tirinha sobre o ano-novo que tenho que reproduzir neste início de ano:

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Fonte: PHD Comics.

E então, o que você fez?

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O fim do ano é uma época bastante propícia à reflexão. Em todos os lugares, mensagens novas e antigas convidam-nos a rever o que aconteceu, nossas ações e suas consequências.

Talvez tentemos nos convencer de que tudo que nos aconteceu, coisas boas e ruins (especialmente as ruins) valeu a pena e nos fez crescer, tornando-nos pessoas melhores. É possível que essa seja, afinal, uma das razões para termos inventado a contagem do tempo: poder encarar o amanhã como uma nova chance, apesar de ele ser, essencialmente, um dia igual a hoje.

Uma das mensagens mais frequentes vem na forma de um dos “temas oficiais” do Natal, uma canção gravada originalmente em 1971 como protesto contra a Guerra do Vietnã e regravada em diversas formas e versões (inclusive uma em português).

Ainda que o Brasil não se encontre em guerra no momento (não?), a letra é tão bonita que, mesmo correndo o risco de cair no lugar comum, merece ser lembrada:

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