Nós e eles…

É comum associamos o termo “propaganda” a uma peça (normalmente texto, imagem ou vídeo) criada para divulgar um produto ou serviço de forma a influenciar potenciais consumidores e esquecemos uma outra acepção de propaganda, bem mais sutil:

O termo deriva do latim propagare, que significa reproduzir por meio de mergulhia.

É um dos meios de anunciar determinado assunto, com o objetivo de convencer ou influenciar a opinião do seu receptor, embora também possa estar ligada à junção de pessoas em prol de uma causa ou campanha.

A propaganda utiliza um conjunto de ações e estratégias combinadas com fins ideológicos, políticos, emocionais e instintivos para influenciar o seu receptor.

(Significados, Conceitos e Definições)

Por isso, deixo aqui, para reflexão, uma imagem sobre propaganda que achei no mínimo… Interessante!

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Fonte: Desconhecida (via Imgur.com).

Já parou para pensar como a maioria das campanhas nos dividem em “nós” e “eles”?

Como diriam certos generais:

Divide et impera!

(Philipe II da Macedônia, Caio Júlio César, Napoleão Bonaparte, etc.)

Pique de ano-novo

Fico impressionado com algumas pessoas que, já no começo do ano, afirmam estar transbordando energia e prontas para enfrentar todos os desafios imagináveis no novo ano. Confesso que, quando encontro uma assim, fico intimidado!

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Fonte: Mentirinhas.

Aí eu lembro daquela fábula de Esopo

Os segredos da Lua…

A Chang’e 4 (嫦娥四号) entrou para a história como a primeira sonda a pousar no lado distante da Lua e agora está dominando todas as notícias! Que segredos da Lua a sonda chinesa nos revelará?

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Fonte: Mentirinhas.

Pensando bem, até que faz sentido

Ano-novo, tudo novo?

Quando começa um novo ano, ficamos com aquela vontade começar tudo de novo, cheios de energia e esperança de “fazer melhor desta vez“. Mas… Será que “ano novo” realmente deve ser encarado como “tudo novo”?

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Fonte: Mentirinhas.

Para o bem ou para o mal, somos o resultado de tudo o que aconteceu conosco até hoje. Já que não podemos mudar o passado, talvez devamos encarar que, a cada ano, acrescentamos mais detalhes a uma pintura que começamos quando nascemos…

Às vezes, completando um desenho começado há muito tempo… Outras vezes, tentando retocar uma pincelada que borrou…

Mas sempre seguindo em frente!

Nem tudo é o que parece ser…

Considero Matrix um dos meus filmes prediletos: independentemente da qualidade do restante da trilogia, ele me fez refletir sobre várias coisas, especialmente sobre o conceito de realidade e como os nossos sentidos podem nos enganar (e ser enganados).

É relativamente fácil compreender que “realidade” é como interpretamos o mundo através de nossos sentidos. O que precisa ser observado é que o condicionamento do nosso cérebro influencia essa interpretação. Ou seja, até um certo ponto, nós criamos nossa realidade!

A pedra flutuante na imagem abaixo circulou recentemente nas redes sociais. Ela não passou por montagens em programas como o Photoshop: as plantas, o solo, a pedra… Todos os elementos são reais. Então, como ela flutua?

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