Visão conjugal

Atualmente estamos muito centrados em nós mesmos e em nossos “maravilhosos telefones”. Não é à toa que têm surgido tantos conflitos de relacionamento… Até as discussões passaram a ser digitais!

Estava conversando com um colega e me lembrei desse cartum que vi outro dia…

Acho que um relacionamento melhora muito quando nos lembramos que as características que nos apaixonaram na pessoa amada só afloram quando a tratamos como nossa parceira

Idiossincrasias femininas

As mulheres são impressionantes: elas fazem várias coisas simultaneamente, mantém a ordem na casa, preocupam-se com a carreira e com a família… E tudo isso sem perder a autoridade!

Quando são mães então…

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Fonte: Will Tirando.

Só elas para fazerem duas determinações opostas parecerem complementares!

Quem sabe, faz?

Quando eu ainda estava na faculdade, um professor comentou que um dos erros mais comuns nas empresas era reduzir investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em épocas de crise. Justamente nos momentos em que é necessário “pensar fora da caixa”, cortam-se os recursos para isso…

Infelizmente, isso não é exclusividade das empresas, como pode ser observado no relatório da OECD sobre o assunto em 2014. Segundo a edição mais recente (2018), o problema persiste:

Desde 2010, o investimento público em I&D na OCDE como um todo, e em quase todos os países do G7 estagnou ou diminuiu, não só em termos absolutos e relativamente ao produto interno bruto, mas também em termos de percentagem da despesa pública total.

OECD Science Technology and Inovation Outlook 2018

Para piorar, recentemente tivemos notícias de cortes nas verbas destinadas ao Sistema S. Logo aqui, onde não precisamos nem falar de P&D porque o déficit de educação é um problema crônico! Como desenvolver um país em que a educação é relegada a segundo plano, chegando até a ser considerada “despesa” e não “investimento”?

Eu canso de ver pessoas estudadas repetindo o ditado Quem sabe, faz; quem não sabe, ensina e perguntando-se por que os jovens de origem asiática vão mais longe nos estudos e deixam os brasileiros para trás

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Sem resposta…

Com o término da missão da sonda Opportunity, talvez essa história em quadrinhos, publicada em 2017 durante a comemoração dos 13 anos da missão, venha a ser refeita, para inverter os “papéis principais”…

Pensavam que a sonda Opportunity (uma recordista já naquela época) sobreviveria à sonda Curiosity (lançada em 2012), mas futurologia é assim mesmo. Além disso, achei pouco os 284 anos que consideraram necessários para o encontro.

Independentemente desses detalhes, achei muito oportuna a mensagem de alerta que ela nos passa!

Desculpem-me, eu não resisti ao trocadilho!

Nós e eles…

É comum associamos o termo “propaganda” a uma peça (normalmente texto, imagem ou vídeo) criada para divulgar um produto ou serviço de forma a influenciar potenciais consumidores e esquecemos uma outra acepção de propaganda, bem mais sutil:

O termo deriva do latim propagare, que significa reproduzir por meio de mergulhia.

É um dos meios de anunciar determinado assunto, com o objetivo de convencer ou influenciar a opinião do seu receptor, embora também possa estar ligada à junção de pessoas em prol de uma causa ou campanha.

A propaganda utiliza um conjunto de ações e estratégias combinadas com fins ideológicos, políticos, emocionais e instintivos para influenciar o seu receptor.

(Significados, Conceitos e Definições)

Por isso, deixo aqui, para reflexão, uma imagem sobre propaganda que achei no mínimo… Interessante!

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Fonte: Desconhecida (via Imgur.com).

Já parou para pensar como a maioria das campanhas nos dividem em “nós” e “eles”?

Como diriam certos generais:

Divide et impera!

(Philipe II da Macedônia, Caio Júlio César, Napoleão Bonaparte, etc.)