Então, é Natal… Época em que a maioria da população mundial teoricamente comemora o nascimento de Jesus. Teoricamente porque muitos estão mais preocupados com os presentes que vão ganhar, comprar ou vender.
Nessa época, vemos inúmeras mensagens de boa vontade, na esperança de “espalhar o amor pelo mundo”. São filmes e músicas que se tornaram temas quase obrigatórios no fim do ano. Há, inclusive, discos dedicados exclusivamente ao tema natalino como Natal Todo Dia, do grupo Roupa Nova, e uma Edição Natalina de Amarantine, de Enya.
Como o Natal é a comemoração oficial do nascimento do Cristo, as mensagens são tradicionalmente sob essa perspectiva. Contudo, quero propor uma mensagem de Natal sob a perspectiva dos pais terrenos de Jesus, mais especificamente de José, o pai adotivo.
Na última quinta-feira, dia 15 de outubro, foi o Dia dos Professores. E não sei com certeza se houve o que comemorar…
No Brasil, segundo a Wikipédia, o Dia dos Professores é comemorado no dia 15 de outubro, em alusão ao Decreto Imperial que, em 1827, tratava da criação das antigas “escolas de primeiras letras”. Esse decreto era tão inovador que se tornou referência ao tratar sobre Ensino Elementar. Entre suas determinações:
todas as cidades, vilas e lugares mais populosos, teriam as “escolas de primeiras letras” que fossem necessárias;
os professores fariam jus a uma remuneração anual entre 200 e 500 mil réis, algo em torno de 14 e 23 mil reais (um salário mensal entre R$1.100,00 e R$1.900,00);
os professores que não tinham a instrução necessária, iriam instruir-se “em curto prazo” e às suas custas nas escolas das capitais;
as mestras não poderiam receber menos que os mestres; e
as meninas passariam a receber educação, mesmo que, àquela época, diferenciada.
Pesquisando sobre essa música, descobri que ela é baseada no poema Os votos de Sérgio Jockymann, erradamente atribuído a Victor Hugo. Estão disponíveis, inclusive, as páginas do jornal em que o poema foi publicado em 1978.
Música antiga, mas ainda atual, de Erasmo Carlos. Lembra-me alguém, não sei porque…
Mulher (Sexo frágil) por Erasmo Carlos e Narinha
Dizem que a mulher é o sexo frágil Mas que mentira absurda Eu que faço parte da rotina de uma delas Sei que a força está com elas
Vejam como é forte a que eu conheço Sua sapiência não tem preço Satisfaz meu ego se fingindo submissa Mas no fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa à noitinha Quero uma mulher só minha Mas pra quem deu luz não tem mais jeito Porque um filho quer seu peito O outro já reclama a sua mão E o outro quer o amor que ela tiver Quatro homens dependentes e carentes Da força da mulher
Mulher, mulher Do barro de que você foi gerada Me veio inspiração Pra decantar você nessa canção
Mulher, mulher Na escola em que você foi ensinada Jamais tirei um dez Sou forte mas não chego aos seus pés.