Rotina de exceções?!

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Quando criança, admirava a capacidade de agir sob pressão que algumas pessoas têm. Meu pai, por exemplo, trabalhava como contador e professor, e eu achava que um dia cheio de coisas a fazer e compromissos a cumprir era simplesmente “o máximo”!

Hoje sei o quanto isso era uma tolice: é difícil se concentrar em algo quando toda hora surge um imprevisto!

Imagine passar o seu dia como no vídeo abaixo:

Quando isso começa a ocorrer em outras áreas da vida (saúde, família, etc.) é fogo!

Smartphones (e dumbusers)

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Os smartphones são ferramentas fantásticas e a cada dia incorporam mais funcionalidades, tornando-se quase indispensáveis à vida moderna.

Talvez, um dia, superadas as barreiras técnicas, tornem-se assistentes pessoais de verdade (como Jarvis, HAL ou mesmo Samantha).

Antes disso, porém, precisamos aprender incorporá-los ao nosso dia a dia com naturalidade (e sem deslumbramento ou vício)…

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Bate o sino, pequenino…

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Para mim, 2014 foi um ano difícil.

Teve bons momentos, é claro, mas também trouxe grandes dificuldades: da perda de pessoas muito queridas à montanha-russa que é a educação de jovens, passando pelo diagnóstico e tratamento de doenças graves em meus pais.

Em vários momentos eu me senti como um nadador cansado que bateu braços e pernas por muito tempo apenas para não se afogar…

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É hora de começar de novo…

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Para começar o ano de 2014, vou postar um vídeo motivacional que fiz com a música Tente Outra Vez, de Raul Seixas, e alguns vídeos engraçados que encontrei na internet.

Essa música traz uma mensagem tão importante que deveria ser vista várias vezes ao ano…

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De onde vêm as boas ideias?

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Imagine a seguinte situação:

Você está voltando para casa depois de um dia cansativo no trabalho.

Você passou o dia tão concentrado tentando resolver um problema do serviço, que só notou como era tarde quando seu chefe veio se despedir. Depois de deixar o problema para o dia seguinte, você só quer comer alguma coisa, tomar um bom banho e tentar descansar.

Você caminha distraído cantarolando uma música, sem prestar muita atenção na letra, quando ao dobrar a esquina, surge uma ideia em sua cabeça. Você dá um leve tapa na testa, sorri e murmura:

— Como não pensei nisso antes?

Satisfeito, você volta a caminhar, sabendo que agora sua noite será bem mais gratificante…

Quem nunca passou por uma situação parecida? Muitas vezes, depois de alguma questão ter ocupado nossa mente por um bom tempo, surge uma ideia brilhante, aparentemente “do nada”.

De onde vêm essas ideias? O que podemos fazer para torná-las mais frequentes?

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