Publicado em Tecnologia, em 13/06/2010 às 6h19 (última atualização em 27/04/2011 às 22h32)
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Além do artigo de Marquezi, a revista Info de maio traz outra matéria interessante sobre segurança.
A segurança da informação busca garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação. A maioria dos trabalhos na área enfoca os dois primeiros princípios e, aqueles que enfocam o terceiro, normalmente o fazem no curto prazo, recomendando o uso de cópias de segurança, ensinando como recuperar arquivos danificados ou como armazená-los “na nuvem” para uso móvel.
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A revista Info de maio traz um artigo sobre a privacidade na internet, mais especificamente, nas redes sociais. Considero esse assunto muito negligenciado, tendo escrito sobre ele pelo menos três vezes:
Claro que não é necessário terminar como Richard Stallman, que em nome da privacidade, evita celulares e lê as páginas da internet baixando-as uma a uma, sem um navegador. Mas contar detalhes de sua vida a estranhos é, na minha opinião, um convite a problemas.
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O uso da internet parece-se um pouco com a colonização do continente americano. No começo, o mundo virtual (o Novo Mundo) parecia um paraíso, cheio de oportunidades e bastante seguro. Contudo, à medida que oportunistas passaram a frequentá-lo, mostrou-se tão arriscado quanto o mundo real (o Velho Mundo). As ferramentas de proteção, como antivírus e programas anti-spyware, têm muito trabalho para se manter atualizados frente ao número cada vez maior de ameaças.
Em virtude dessa mutabilidade, antivírus, anti-spyware, vacinas e toda a parafernália de proteção são o último recurso de segurança. São como as redes usadas pelos trapezistas, ou os cintos de segurança nos veículos: estão lá para prevenir maiores danos em caso de acidente, mas não se deve contar exclusivamente com eles.
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Publicado em Tecnologia, em 02/12/2009 às 1h10
Marcadores: internet, redes sociais, segurança
A internet é ótima para encontrarmos um livro, um filme, o nome de uma personagem de desenho animado antigo, uma pousada para descansar um pouco e até mesmo aquele velho colega de colégio de quem lembramos pouco mais que o nome. É uma ferramenta fantástica!
Só que essa ferramenta não julga valores ou intenções: se um dado está lá, mais cedo ou mais tarde será encontrado. E as pessoas parecem não notar isso, expondo-se cada vez mais.
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