Pesquisando sobre essa música, descobri que ela é baseada no poema Os votos de Sérgio Jockymann, erradamente atribuído a Victor Hugo. Estão disponíveis, inclusive, as páginas do jornal em que o poema foi publicado em 1978.
Música antiga, mas ainda atual, de Erasmo Carlos. Lembra-me alguém, não sei porque…
Mulher (Sexo frágil) por Erasmo Carlos e Narinha
Dizem que a mulher é o sexo frágil Mas que mentira absurda Eu que faço parte da rotina de uma delas Sei que a força está com elas
Vejam como é forte a que eu conheço Sua sapiência não tem preço Satisfaz meu ego se fingindo submissa Mas no fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa à noitinha Quero uma mulher só minha Mas pra quem deu luz não tem mais jeito Porque um filho quer seu peito O outro já reclama a sua mão E o outro quer o amor que ela tiver Quatro homens dependentes e carentes Da força da mulher
Mulher, mulher Do barro de que você foi gerada Me veio inspiração Pra decantar você nessa canção
Mulher, mulher Na escola em que você foi ensinada Jamais tirei um dez Sou forte mas não chego aos seus pés.
Que 2008 traga saúde, paz e prosperidade para todos nós!
2007 foi um bom ano, apesar de um tanto quanto conturbado. Por isso, apesar de procurar um bocado, não encontrei mensagem de ano-novo melhor do que a que me foi mandada, ano passado, por André Moraes do Linux Daily Log (infelizmente, fora do ar):
Tempo em fatias Por Carlos Drummond de Andrade
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante, vai ser diferente.
O site já está com decoração de ano-novo. O que acharam?