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É gente invisível…

Publicado em Reflexões, em 26/12/2008 às 18:13
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fernando_costa.gifRecebi um e-mail sobre um psicólogo que passou oito anos trabalhando como gari para estudar sobre “invisibilidade pública”, uma percepção humana condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.

Em 1994, Fernando Braga da Costa era estudante de psicologia na USP quando uma tarefa da disciplina Psicologia Social II exigiu que exercesse, por um dia e ao lado de trabalhadores reais, uma “profissão subalterna e não-qualificada”.

Ele escolheu trabalhar ao lado dos garis da própria universidade mas, ao contrário de seus colegas, decidiu levar adiante a experiência. O trabalho começou de forma esporádica mas, aos poucos, foi se tornando mais freqüente. Após alguns meses, pelo menos uma vez por semana Fernando vestia o uniforme e trabalhava como gari.

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Estou precisando de um favor…

Publicado em Administração, em 21/05/2008 às 22:13
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surprised.pngLi recentemente, numa revista, sobre uma pesquisa em que um conjunto de voluntários, dividido em três grupos, foi encarregado de desempenhar uma tarefa maçante.

A tarefa? Não importa. O que importa é o que aconteceu com cada grupo:

  • o primeiro grupo foi bem remunerado;
  • o segundo foi mal remunerado; e
  • o terceiro não foi remunerado, fez a título de favor.

O resultado foi curioso (pelo menos pra mim):

  • o primeiro grupo, como era esperado, desempenhou bem sua tarefa;
  • o segundo, como também era de se esperar, fez com um pouco menos de dedicação; e
  • o terceiro, ao contrário do que se esperava, dedicou-se mais que os anteriores!

A conclusão a que os pesquisadores chegaram é que, apesar de muito importante, a remuneração não é o único estímulo para os funcionários: o reconhecimento tem um peso muito grande e um pedido de favor, quando bem feito, é muito poderoso. Termina inclusive mais ou menos nesses termos: lembre disso da próxima vez que for pedir algo a seus subordinados.

Ah! Antes que eu me esqueça… Não sei se observaram mas, neste post, não citei as fontes das informações que passei. É porque eu não me lembro qual a revista que contém essa reportagem!

Alguém tem alguma pista que me ajude a descobrir a revista que tem essa reportagem?