24 de dezembro de 2009 às 18:04 (atualizado em 2 de janeiro de 2010 às 02:27)
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Marcadores: educação, família, homenagens, mensagens, música, Natal
Então, é Natal… Época em que a maioria da população mundial teoricamente comemora o nascimento de Jesus. Teoricamente porque muitos estão mais preocupados com os presentes que vão ganhar, comprar ou vender.
Nessa época, vemos inúmeras mensagens de boa vontade, na esperança de “espalhar o amor pelo mundo”. São filmes e músicas que se tornaram temas quase obrigatórios no fim do ano. Há, inclusive, discos dedicados exclusivamente ao tema natalino como Natal Todo Dia, do grupo Roupa Nova, e uma Edição Natalina de Amarantine, de Enya.
Como o Natal é a comemoração oficial do nascimento do Cristo, as mensagens são tradicionalmente sob essa perspectiva. Contudo, quero propor uma mensagem de Natal sob a perspectiva dos pais terrenos de Jesus, mais especificamente de José, o pai adotivo.
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3 de agosto de 2009 às 02:02
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Marcadores: Artur da Távola, Dia dos Pais, educação, família, homenagens
Como ocorre com o Dia das Mães, a versão moderna do Dia dos Pais surgiu nos Estados Unidos no início do século passado mas tem uma história muito mais antiga. Enquanto os registros mais antigos do Dia das Mães são da Grécia Antiga, a homenagem mais antiga a um pai remonta a 4 mil anos: segundo historiadores, um jovem babilônio, chamado Elmesu, esculpiu, numa tábua de argila, uma mensagem desejando saúde e vida longa a seu pai.
Quanto ao formato atual da comemoração, alguns crêem que surgiu em 1908, organizado por Grace Golden Clayton, em memória dos mortos numa explosão em uma mina. Outros defendem que originou-se dos esforços de Sonora Smart Dodd que, inspirada em Anna Jarvis, teria homenageado seu pai por criar sozinho seis filhos, após a morte da esposa.
Como o Dia das Mães, há quem defenda que deve ser chamado “Dia do Pai”, por se referir ao papel paterno, maior do que aqueles que o exercem. Ou seja, basta seguir o exemplo de Elmesu e escrever uma mensagem sincera e carinhosa…
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16 de julho de 2009 às 23:41 (atualizado em 19 de julho de 2009 às 11:50)
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Marcadores: educação, família, fraudes, inclusão digital, internet, orkut, segurança
Há várias cartilhas sobre internet disponíveis. Umas voltadas para os jovens, outras para os idosos. Umas poucas mais técnicas, a maioria nem tanto. Mas todas (ou melhor, quase todas — é perigoso generalizar), tentam passar orientações sobre segurança na internet, um meio caótico e anárquico por natureza.
Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém
, diz o adágio. Orientações sobre segurança são sempre bem-vindas. Contudo, na minha opinião, certos maus costumes estão tão arraigados que passam despercebidos pela maioria de nós e escapam às boas intenções, nossas e dos elaboradores de cartilhas. Alguns desses costumes, como desobedecer ou ignorar regras, são bem antigos. Outros são mais recentes, como deixar as crianças à mercê de “babás eletrônicas”: antes a televisão, hoje o computador e a internet.
Recebi uma cartilha, muito bem feita, que se dispõe a dar orientação aos pais e crianças sobre o bom uso da internet
, com dicas e soluções para um acesso consciente e seguro
. É uma cartilha curta, com orientações simples e rápidas para pais que se preocupam com a segurança de seus filhos na internet. Traz ainda uma história em quadrinhos com uma lição muito boa sobre violência e discriminação na rede. O problema é com a mensagem implícita na historinha…
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10 de maio de 2009 às 02:19 (atualizado em 3 de março de 2010 às 17:34)
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Marcadores: Dia das Mães, família, homenagens
Pretendia escrever alguma coisa para o dia das mães. Talvez uma bonita mensagem em vídeo como minha esposa fez para minha sogra ou, pelo menos, um cravo branco com um cartão escrito “eu te amo”.
Infelizmente, tenho andado tão atarefado que o máximo que consegui foi adaptar a homenagem escrita por Mario Persona:
Ser filho é…
… reconhecer que alguém tornou sua vida possível e se sacrificou para que você viesse a ser o que é.
… lembrar que alguém se alegrou com suas vitórias e chorou com você em suas derrotas.
[...]
… usar um clichê porque não teve tempo de escrever algo digno e esperar que ela entenda.
Desculpe-me, mãe. Sei que é clichê, mas dizem que os clichês existem porque funcionam: eu te amo!
5 de maio de 2009 às 23:38
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Marcadores: Dia das Mães, família, homenagens
Maio é um mês importante para o comércio, por ser simultaneamente o “mês das noivas” (meio em desuso, na minha opinião) e o “mês das mães”. Mal acaba a Páscoa, começam a surgir dezenas de propagandas homenageando as mães e convencendo-nos que temos que comprar algo para presenteá-las. Mas as propagandas forçam muito. Tanto, que soa falso…
O curioso é que fui pesquisar e descobri que o Dia das Mães não foi invenção do comércio: ele foi comemorado publicamente pela primeira vez em 1908, como resultado do esforço da americana Anna Jarvis em atender a um desejo de sua mãe, falecida três anos antes.
Anna denominou o dia como “Mother’s Day”, “Dia da Mãe” e não um genérico “Dia das Mães“, como estamos acostumados a encontrar, porque deveria servir para que cada família homenageasse a sua mãe com gestos simples. Em sua opinião, deveria ser um dia de sentimento, não de lucro
.
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26 de dezembro de 2008 às 18:13
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Marcadores: ano-novo, família, Natal, pesquisa, psicologia social, USP
Recebi um e-mail sobre um psicólogo que passou oito anos trabalhando como gari para estudar sobre “invisibilidade pública”, uma percepção humana condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.
Em 1994, Fernando Braga da Costa era estudante de psicologia na USP quando uma tarefa da disciplina Psicologia Social II exigiu que exercesse, por um dia e ao lado de trabalhadores reais, uma “profissão subalterna e não-qualificada”.
Ele escolheu trabalhar ao lado dos garis da própria universidade mas, ao contrário de seus colegas, decidiu levar adiante a experiência. O trabalho começou de forma esporádica mas, aos poucos, foi se tornando mais freqüente. Após alguns meses, pelo menos uma vez por semana Fernando vestia o uniforme e trabalhava como gari.
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