Steve Jobs: três histórias, uma lição de vida

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Steve Jobs está morto.

Pensando friamente, não é grande coisa: uma pessoa morreu, milhares morrem todos os dias. Uma celebridade morreu, várias morrem todos os anos. Mas Steve Jobs não era qualquer um. Longe de ser perfeito (muitas das pessoas que o conheceram o descreveram como arrogante, orgulhoso, grosseiro, etc.), o fundador da Apple foi um visionário.

Você pode nunca ter usado um produto da Apple (eu nunca usei), mas muito do computador que você está usando agora, você deve a esse homem: muito da interface gráfica, a busca pela simplicidade e pela facilidade de uso, o uso do mouse e até o próprio conceito do computador pessoal têm o dedo dele no meio.

Chega de falar de tecnologia. Se quiser ter uma idéia de sua importância para a história do computador e para a tecnologia atual como um todo, leia meu artigo Uma vida de conceitos ou assista ao filme Piratas da Informática. Hoje, meu objetivo é, como última homenagem a um homem muito inteligente, reproduzir a mensagem que ele passou para os formandos da Universidade de Stanford em 2005.

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Médicos tocadores de berimbau

medicos_berimbau.pngSei que o episódio do berimbau já tem algum tempo e foi discutido à exaustão (menos aqui, não tive tempo), mas um colega (valeu, Valdir!) me avisou de um comentário do reitor da UFBA, na Folha de São Paulo, sobre o assunto.

Apesar de nem sempre concordar com o professor Naomar (assunto para outro artigo), gostei do texto. Ao contrário do professor Natalino, ele emite sua opinião de forma racional e critica duramente a atitude dos alunos, sem ofender ninguém.

O professor Naomar avalia ainda que, agora que a poeira baixou, é possível nos concentrarmos no que deveria ser o centro das atenções desde o início: as avaliações de curso.

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Pendrive contaminado…

virus_infected.pngQuando escrevi sobre pendrives como vetores de contaminação, verifiquei os pendrives que costumo usar com freqüência porque, apesar de usar Linux em casa, ainda preciso usar Windows no trabalho e na faculdade.

Na época, não achei nada. Mas ontem, ao preparar uma prova final de Informática Básica, peguei um Jumpdrive de 1GB antigo que estava “encostado” e encontrei, no diretório raiz, os arquivos abaixo:

  • autorun.bat;
  • autorun.bin;
  • autorun.inf;
  • autorun.reg;
  • autorun.txt;
  • autorun.vbs; e
  • autorun.wsh.

Todos com data de agosto de 2007, certamente a última vez que usei aquele pendrive. Como não uso máquinas Windows em casa, não fiquei preocupado mas, por via das dúvidas, passei o avast! 4 Linux Home Edition: limpo!

Tranqüilidade é outra coisa…

Cuidado com seu pendrive!

cracker.jpgJá suspeitava que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde. Na época dos disquetes, sabíamos que não era seguro colocar o disquete em qualquer lugar. Como eles, salvo raras exceções, foram substituídos pelos pendrives, passamos tacitamente a considerá-los imunes à contaminação…

Já os malfeitores…

Vi, no Meio Bit, a declaração de um dos editores que um parente seu havia sido vítima de uma fraude: dinheiro foi transferido de sua conta. Os dados de acesso haviam sido capturados por um malware que se instalara na máquina por meio de um pendrive usado na faculdade.

Por melhor que sejam seu antivírus e seu firewall, a melhor ferramenta de proteção ainda é o cérebro: carregou arquivos, pode ser pendrive ou e-mail, passe o antivírus!

Atualização: Acrescentada recomendação para passar antivírus (ver sugestão de José Rosa).

Parece que fazer faculdade engorda!

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Em novembro passado, espantei-me ao encontrar ex-alunos (agora, formandos) e verificar que muitos estavam mais gordos. Perguntei, então, a opinião dos leitores.

Foram 89 respostas apontando para uma maior obesidade entre os universitários.

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