Publicado em Reflexões, em 03/12/2006 às 14h32 (última atualização em 16/06/2010 às 20h50)
Marcadores: aprendizado, educação, escola, professores Recentemente, tive que escolher uma escola primária. Rapaz, isso é muito mais difícil do que parece! 
Os requisitos básicos, em minha humilde opinião, são:
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Publicado em Reflexões, em 10/09/2006 às 22h00 (última atualização em 11/10/2010 às 11h46)
Marcadores: conhecimento, educação, escola, faculdade, governo, racismo É a segunda vez que vejo uma edição da revista Veja trazer uma reportagem tratando do sistema de cotas. Não sou de concordar com o que diz a revista (acho-a tendenciosa), mas creio que vale uma análise.
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Publicado em Reflexões, em 08/09/2006 às 16h47 (última atualização em 05/12/2010 às 0h46)
Marcadores: conselhos, educação, escola, livros, mensagens Ainda procurando por textos sobre educação infantil, em outro site, encontrei um conjunto de textos interessantes. O texto abaixo foi um dos que gostei mais pois consegue, de forma simples, passar lições importantes!
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Publicado em Reflexões, em 08/09/2006 às 15h54 (última atualização em 09/12/2010 às 2h09)
Marcadores: educação, escola, professores, Rosely Sayão, sociedade Tenho lido sobre educação infantil e encontrei (aqui) este interessante artigo de Rosely Sayão, publicado na Folha de São Paulo em 12/02/2004:
Não trate o filho ou aluno como café-com-leite
Por Rosely Sayão
Creio que todo mundo conheça o significado da expressão “café-com-leite”. Quando crianças estão participando de um jogo ou de uma brincadeira e acontece de uma delas querer entrar, mas não apresentar condições de acompanhar as regras ou de envolver-se do mesmo modo que as outras, ela é admitida em caráter especial. Trata-se de um recurso para incluir essa criança — em geral, menor do que as outras — naquele grupo sem, entretanto, comprometer o andamento do jogo. Usada nesse sentido de inclusão, a criança café-com-leite é valorizada, já que a mensagem do grupo é clara ao informar que, mesmo reconhecendo que ela ainda não está em condições de partilhar os objetivos dos outros, é acolhida e aceita por todos.
Acontece que muitos pais se apropriaram do significado de tal expressão -sem perceberem- e passaram a usar o seu conceito com o objetivo de proteger o filho, o que perverteu o sentido original dela. Os pais pretendem proteger o filho dos riscos da vida, dos perigos, dos sofrimentos inúteis? Não.
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