Publicado em Reflexões, em 27/07/2010 às 9h39 (última atualização em 05/09/2010 às 20h52)
Marcadores: educação, escola, exemplo, família, Lya Luft, professores, sociedade 
Ensinar exige coragem.
Na sala de aula, o conteúdo deve ser útil, não apenas naquele momento, mas, principalmente no futuro, quando o aluno entrar no mercado de trabalho. Também é necessário ensinar ao aluno como reciclar aquele conhecimento sozinho, porque o professor dificilmente estará com ele quando isso for necessário.
A facilidade de acesso a informações proporcionada pela internet multiplicou a necessidade de manter-se atualizado de forma impressionante. O professor precisa ainda ter tato e paciência para lidar com as discordâncias dos alunos, nem sempre devidamente polidos. Também deve estar preparado para admitir que desconhece a resposta a uma pergunta, ou ainda, que cometeu um erro.
Parece difícil? Educar seus próprios filhos, a boa e velha educação doméstica, pode ser ainda mais desafiador.
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Publicado em Reflexões, em 11/07/2010 às 23h17 (última atualização em 24/07/2010 às 11h14)
Marcadores: aprendizado, carreira, educação, escola, internet, professores 
Há três semanas atrás, faleceu José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura. Conheço pouco de sua obra, li apenas um de seus livros, Caim. Seu estilo era bastante incomum, causando estranhamento aos iniciantes. Mas, o humor irônico compensa facilmente o esforço inicial. Agora estou ansioso para ler Ensaio Sobre a Cegueira e as Intermitências da Morte.
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Publicado em Reflexões, em 26/03/2009 às 17h35 (última atualização em 13/03/2011 às 17h44)
Marcadores: carreira, conselhos, dicas, escola, livros, mensagens
Na internet, são comuns mensagens atribuídas a autores incorretos, caso do poema Os Votos. A última que vi trazia algumas orientações para estudantes, especialmente crianças e adolescentes.
Pelo que pude apurar, esse texto, supostamente um discurso proferido por Bill Gates, foi escrito por Charles J. Sykes, autor dos livros “Dumbing Down our Kids” e “50 Rules – Kids Won’t Learn in School”, e publicado originalmente no San Diego Union Tribune em 19 de setembro de 1996.
A versão que circula na internet sofreu modificações com o tempo, contando hoje com apenas 11 das 14 regras originais… Seguem as regras como costumam circular na internet, cortesia do Koruja.org:
- A vida não é fácil — acostume-se com isso.
- O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
- Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
- Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
- Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
- Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
- Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
- Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
- A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
- Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
- Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.
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Publicado em Reflexões, em 03/12/2006 às 16h46 (última atualização em 16/06/2010 às 20h52)
Marcadores: aprendizado, educação, escola, professores Curioso! Mal acabei o post anterior, encontrei, na Revista Época, uma matéria semelhante (até mais extensa) sobre a escolha de escolas. 
O conteúdo da Época também é de acesso exclusivo para assinantes (e meu sogro não tem uma assinatura que eu possa usar
). Portanto, só posso colocar alguns trechos que achei interessantes:
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