Bom ou mau?

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Hoje eu estava conversando com um colega do trabalho sobre as surpresas que a vida nos reserva: o que temíamos às vezes traz benefícios, enquanto o que desejávamos às vezes traz apenas problemas.

Falamos sobre a parábola de um sábio que avaliava os lados positivo e negativo de cada coisa que acontecia em sua vida e terminei me lembrando que já havia visto algo assim antes…

Pesquisando um pouco, encontrei o texto abaixo, que vi pela primeira vez ainda criança em um livro de Português:

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Afinal, para que serve a Páscoa?

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Como acontece quase todo ano, nesta Semana Santa recebi o texto abaixo.

Só que este ano, por alguma razão, deixei um pouco o humor de lado (o texto é hilário!) e parei para pensar um pouco sobre como a Páscoa vem sendo “sequestrada” pelo comércio, ano após ano…

(o que, diga-se de passagem, também ocorre com outras datas comemorativas, como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, por exemplo.)

Por isso, convido-o a ler o texto a seguir, colocando-se no lugar no menino, que não consegue conciliar o que sabe da festa com o que vê na realidade…

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Razão ou emoção?

Acho curioso como as pessoas supervalorizam as emoções! Você já observou como os artistas (bons e ruins) recebem mais atenção que os professores? E, mesmo entre eles, os professores de matemática são tão queridos pela maioria dos alunos quanto os de artes?

É claro que um ser vivo sem emoções não existe nem na ficção científica! Os vulcanos não contam, eles reprimem as emoções)! E longe de mim desmerecer a arte: até a ciência precisa dela! Minha queixa é que a maioria das pessoas costuma considerar apenas o lado “bonitinho” das emoções e esquece que tudo tem dois lados!

E nem sempre os dois lados são… Digamos assim, “bonitinhos”:

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Fonte: Owlturd Comix.

Afinal, qual foi a última vez em que você decidiu, fria e racionalmente, ser grosseiro com alguém?

Você é pedófobo?

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Por falta de tempo, tenho publicado mais cartuns do que texto. Às vezes, porém, um assunto mais profundo vence a correria diária e impõe a necessidade de um texto.

É o caso de um texto que li hoje sobre educação infantil.

Na maior parte do tempo, sou criticado por reclamar que estão dando direitos demais (e obrigações de menos) aos jovens. Às vezes, porém, encontro alguém mais convincente do que eu que concorda comigo, como aconteceu com Rosely Sayão, Lya Luft e Lílian Silva.

Hoje, encontrei o excelente texto a seguir…

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