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> <channel><title>jlcarneiro.com &#187; economia</title> <atom:link href="http://www.jlcarneiro.com/tag/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://www.jlcarneiro.com</link> <description>Porque agora todo mundo é &#34;pontocom&#34;</description> <lastBuildDate>Wed, 08 Feb 2012 13:11:48 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <item><title>Alguns livros que desejo ler</title><link>http://www.jlcarneiro.com/alguns-livros-que-desejo-ler/</link> <comments>http://www.jlcarneiro.com/alguns-livros-que-desejo-ler/#comments</comments> <pubDate>Wed, 27 Feb 2008 05:04:29 +0000</pubDate> <dc:creator>José Luís</dc:creator> <category><![CDATA[Administração]]></category> <category><![CDATA[curiosidades]]></category> <category><![CDATA[dicas]]></category> <category><![CDATA[economia]]></category> <category><![CDATA[estatísticas]]></category> <category><![CDATA[livros]]></category> <category><![CDATA[revistas]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.jlcarneiro.com/2008/02/alguns-livros-que-desejo-ler/</guid> <description><![CDATA[Ainda não entendi bem como a Revista Superinteressante pretende implementar o acesso gratuito ao seu arquivo: as revistas de 1987 até 2004, antigamente disponíveis em CD, têm seu conteúdo completamente liberado, mas uma parte do conteúdo das revistas posteriores ainda não está disponível online. Entendo que eles podem precisar de um tempo para processar as [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/superinteressante_2008_02.jpg" alt="superinteressante_2008_02.jpg" title="Ed. 249 - fevereiro/2008" style="margin-left: 10px; margin-bottom: 5px" align="right" height="185" width="141" />Ainda não entendi bem como a <a
href="http://super.abril.com.br/" class="liexternal">Revista Superinteressante</a> pretende implementar o <a
href="http://joserosafilho.wordpress.com/2008/02/22/superinteressante-de-1987-a-2006/" class="liexternal">acesso gratuito ao seu arquivo</a>: as revistas de 1987 até 2004, antigamente disponíveis em CD, têm seu conteúdo completamente liberado, mas uma parte do conteúdo das revistas posteriores ainda não está disponível online. <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Speechless.png' alt=':neutral:' class='wp-smiley' /></p><p>Entendo que eles podem precisar de um tempo para processar as revistas que não chegaram a ser oferecidas em CD, mas e as revistas novas? Por que não as produzem já no formato adequado? <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Confused.png' alt=':???:' class='wp-smiley' /></p><p>De qualquer forma, a <a
href="http://super.abril.com.br/revista/sumario-edicao-249.shtml" class="liexternal">edição de fevereiro de 2008</a> trouxe, na seção Superfetiche, a sugestão de nove livros interessantes que estão entre os mais vendidos do mundo:</p><p><span
id="more-277"></span><center></p><table
border="0" cellspacing="20" width="85%"><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/ideias_que_colam-heath_heath.gif" alt="ideias_que_colam-heath_heath.gif" title="Idéias que Colam" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/heath_ideias/" rel="nofollow" class="liinternal">Idéias Que Colam</a><br
/> Como fixar conceitos na mente das pessoas? Creio que pode ser útil tanto como ferramenta de marketing quanto como ferramenta didática&#8230; Foi o livro que me interessou primeiro nesse conjunto.</td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/freakonomics-levitt_dubner.gif" alt="freakonomics-levitt_dubner.gif" title="Freakonomics" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/dubner_levitt_freakonomics/" rel="nofollow" class="liinternal">Freakonomics</a><br
/> Propõe-se a provar, de forma acadêmica, que muitas idéias do chamado &#8220;senso comum&#8221; estão erradas. Li apenas trechos de um volume de <a
href="http://joserosafilho.wordpress.com/" class="liexternal">Zé Rosa</a>&#8230; Bom gosto! <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Sunglasses.png' alt=':cool:' class='wp-smiley' /></td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/o_ponto_de_desequilibrio-gladwell.gif" alt="o_ponto_de_desequilibrio-gladwell.gif" title="O Ponto de Desequilíbrio" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/gladwell_desequilibrio/" rel="nofollow" class="liinternal">O Ponto de Desequilíbrio</a><br
/> Segundo a Superinteressante, segue uma linha semelhante à de Freakonomics. Pode ajudar a compreender o que muda o comportamento das pessoas: alunos, leitores, clientes&#8230;</td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/blink_gladwell.gif" alt="blink_gladwell.gif" title="Blink" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/gladwell_blink/" rel="nofollow" class="liinternal">Blink</a><br
/> Aborda decisões e conclusões ocorridas &#8220;num piscar de olhos&#8221;, suponho que de forma inconsciente. Tanto pode esclarecer compras por impulso quanto aquelas intuições que algumas pessoas têm. Quero saber mais detalhes&#8230;</td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/o_mundo_e_plano-friedman.gif" alt="o_mundo_e_plano-friedman.gif" title="O Mundo é Plano" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/friedman_mundoplano/" rel="nofollow" class="liinternal">O Mundo é Plano</a><br
/> Parece tratar de globalização. Pois é, mais um livro sobre isso&#8230; Mas por que esse está fazendo <em>tanto</em> sucesso? <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Confused.png' alt=':???:' class='wp-smiley' /></td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/a_sabedoria_das_multidoes-surowiecki.gif" alt="a_sabedoria_das_multidoes-surowiecki.gif" title="A Sabedoria das Multidões" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/surowiecki_multidoes/" rel="nofollow" class="liinternal">A Sabedoria das Multidões</a><br
/> <a
href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=N%C3%A9lson_Rodrigues" rel="nofollow" class="liexternal">Nelson Rodrigues</a> dizia que <q>toda unanimidade é burra</q>. Mas e <em>grupos</em> de pessoas? São mais inteligentes que indivíduos? <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Winking.png' alt=':wink:' class='wp-smiley' /></td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/a_cauda_longa-anderson.gif" alt="a_cauda_longa-anderson.gif" title="A Cauda Longa" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/anderson_cauda/" rel="nofollow" class="liinternal">A Cauda Longa</a><br
/> Com o acesso mais fácil a opções, as pessoas não consomem mais os mesmos produtos. O que me deixou curioso mesmo é que parece ir de encontro ao livro A Sabedoria das Multidões&#8230; <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Smiling.png' alt=':smile:' class='wp-smiley' /></td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/wikinomics-tapscott_williams.gif" alt="wikinomics-tapscott_williams.gif" title="Wikinomics" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/tapscott_wikinomics/" rel="nofollow" class="liinternal">Wikinomics</a><br
/> Trabalho colaborativo, <em>à la Web 2.0</em>, funciona em outros ambientes além da informática? Segundo os autores, alguns fatos provam que sim. Acho que é leitura obrigatória para quem lida com internet&#8230;</td></tr><tr><th
align="center"><img
src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/covers/the_black_swan-taleb.gif" alt="the_black_swan-taleb.gif" title="The Black Swan" height="95" width="65" /></td><td
valign="middle"><a
href="http://www.jlcarneiro.com/go/taleb_swan/" rel="nofollow" class="liinternal">The Black Swan</a> (em inglês)<br
/> Segundo o autor, na ânsia de ter controle sobre tudo, o ser humano tenta prever o futuro, o que é impossível por não conhecermos todas as variáveis. Em seguida, explica como lidar como eventos inesperados.</td></tr></table><p></center></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.jlcarneiro.com/alguns-livros-que-desejo-ler/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Breve reflexão sobre a CPMF</title><link>http://www.jlcarneiro.com/breve-reflexao-sobre-a-cpmf/</link> <comments>http://www.jlcarneiro.com/breve-reflexao-sobre-a-cpmf/#comments</comments> <pubDate>Thu, 13 Dec 2007 18:56:34 +0000</pubDate> <dc:creator>José Luís</dc:creator> <category><![CDATA[Reflexões]]></category> <category><![CDATA[economia]]></category> <category><![CDATA[governo]]></category> <category><![CDATA[tributos]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://www.jlcarneiro.com/2007/12/breve-reflexao-sobre-a-cpmf/</guid> <description><![CDATA[Ontem, a prorrogação da CPMF foi rejeitada no Senado. Voltada inicialmente para a saúde, não vou questionar se ela teve seu uso desvirtuado (apesar de pensar que teve). Até porque, as contribuições podem ter seu uso desvinculado por meio da Desvinculação de Recursos da União (DRU), proposta em 1994 e aprovada em 2000. Usos desvirtuados [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><img
style="margin-left: 10px; margin-bottom: 5px;" title="Servos pagando impostos anuais ao seu senhor (Encyclopædia Britannica Online)" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/impostos_feudais.jpg" alt="impostos_feudais" width="240" height="165" align="right" />Ontem, a prorrogação da CPMF foi rejeitada no Senado.</p><p>Voltada inicialmente para a saúde, não vou questionar se ela teve seu uso desvirtuado (apesar de pensar que teve). Até porque, as contribuições podem ter seu uso desvinculado por meio da <a
href="http://www.planejamento.gov.br/link_secretaria.asp?cod=478&amp;cat=51&amp;sec=8&amp;sub=129" class="liexternal">Desvinculação de Recursos da União (DRU)</a>, proposta em 1994 e aprovada em 2000. Usos desvirtuados acima do permitido pela DRU, creio que devessem ser julgados como caso de corrupção. Mas isso é assunto para outro post&#8230; <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Uncertain_2.png' alt=':roll:' class='wp-smiley' /></p><p>Criada com caráter provisório no governo Itamar Franco, com uma alíquota de 0,25%, a CPMF já surgiu de forma atípica, por meio de emenda constitucional (mais uma!). Seguindo sua trajetória curiosa, tornou-se permanente e teve sua alíquota aumentada para 0,38% no governo Fernando Henrique Cardoso.</p><p><span
id="more-268"></span>Pessoalmente, considerava a CPMF um tributo chato, porém fácil de gerenciar e de grande abrangência. Quase todo mundo usa contas bancárias. E quanto maior a movimentação, mais provável usá-las. Não havia muitas formas de escapar do &#8220;imposto do cheque&#8221;, exceto usar moeda sonante ou negociar cheques de terceiros. Teoricamente, era um tributo moderno e fácil de fiscalizar, já que:</p><ol><li>era calculada de forma automática; e</li><li>era declarada pelas entidades financeiras e não pelas pessoas (físicas ou jurídicas) em geral, diminuindo o número de contribuintes a serem fiscalizados.</li></ol><p><em>Se</em> houve algum tipo de sonegação à CPMF, é mais provável que tenha ocorrido por omissão das autoridades do que por dificuldades inerentes ao tributo (como ocorre com o ICMS ou ISS).</p><p>Vejamos, numa pesquisa <em>rápida</em>, quem foram os maiores apoiadores do fim da CPMF, os supostos &#8220;defensores do povo&#8221; (segundo duas reportagens <a
href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u116890.shtml" class="liexternal">da Folha Online</a> e <span
class="removed_link" title="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/03/22/materia.2007-03-22.8510072886/view">da Agência Brasil</span>):</p><ul><li>A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp);</li><li>a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB);</li><li>a Associação Comercial de São Paulo (ACSP);</li><li>o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon); e</li><li>o PFL.</li></ul><p>Dessas, quantas <em>realmente</em> se preocupavam com as necessidades do povo como alardeavam? Claro que houve outras instituições (algumas &#8220;do povo&#8221;) apoiando o movimento, mas dessas, quantas tinham o esclarecimento para apoiá-lo conscientemente e quantas eram apenas &#8220;massa de manobra&#8221; das instituições que encabeçavam o movimento?</p><p>É certo que o Governo Federal não desejará ficar sem sua arrecadação (que aliás vinha crescendo ano a ano, independente da CPMF). Há outros tributos de onde ele pode retirá-la, como o Imposto de Importação (II), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE-Combustíveis), só para citar alguns. E eles, normalmente, serão sentidos nos preços dos produtos comprados pelo povo, que foi tão &#8220;defendido&#8221; nos discursos parlamentares&#8230;</p><p>Aliás, já é possível acompanhar alguns especialistas n&#8217;<a
href="http://oglobo.globo.com/" class="liexternal">O Globo Online</a>:</p><blockquote><p>Pochmann, que é economista, argumenta que a CPMF é um imposto com custo muito baixo e moderno porque facilita a fiscalização, sobretudo num país com poucas condições de fiscalização. Ele ressaltou, no entanto, que há alternativas para repor a arredadação perdida, como por exemplo, aumentar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para recursos estrangeiros que são aplicados em bolsa de valores, que atualmente não pagam o imposto.</p><p>Fonte: <a
href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/12/13/327582244.asp" class="liexternal">Presidente do Ipea aponta alternativas para repor receita da CPMF</a>.</p></blockquote><blockquote><p>O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse nesta quinta-feira que o governo aumentará as alíquotas de impostos já existentes para compensar a perda de recursos com a rejeição da proposta que prorrogava até 2011 a CPMF no Senado.<br
/> [...]<br
/> Para aumentar a alíquota de tributos como os Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e sobre Operações Financeiras (IOF), não é necessária a aprovação do Congresso Nacional.</p><p>Fonte: <a
href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/12/13/327583129.asp" class="liexternal">Presidente do PSDB diz que governo aumentará impostos com o fim da CPMF</a>.</p></blockquote><blockquote><p>Para o economista-chefe da Gradual Corretora, Pedro Paulo Silveira, a redução do imposto aplicado sobre transações financeiras gera um aumento da demanda agregada, o que pode pressionar ainda mais a inflação:<br
/> &#8211; Isso pode implicar na manutenção da taxa de juros inalterada por mais tempo do que se esperava. Podemos dizer que o fim da CPMF carimba o fim do ciclo de queda da taxa de juros &#8212; diz.</p><p>Fonte: <a
href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/12/13/327580338.asp" class="liexternal">Bovespa acelera queda, depois de entrevista de Mantega</a>.</p></blockquote><p>Assim, concordo com o que disse <a
href="http://andrenoel.com.br/index.php/2007/12/13/fim-da-cpmf/" class="liexternal">André Noel</a> (em um blog de tecnologia): <q>os pequenos vão sofrer cada vez mais com mais impostos e os grandes vão continuar sonegando</q>.</p><p>Bem&#8230; Essa é a <em>minha</em> opinião. E, como diz o ditado, <q>opinião é igual a umbigo, cada um tem o seu</q>&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.jlcarneiro.com/breve-reflexao-sobre-a-cpmf/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>2</slash:comments> </item> <item><title>Submarino &amp; Americanas.com?</title><link>http://www.jlcarneiro.com/submarino-americanascom/</link> <comments>http://www.jlcarneiro.com/submarino-americanascom/#comments</comments> <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 21:15:00 +0000</pubDate> <dc:creator>José Luís</dc:creator> <category><![CDATA[Administração]]></category> <category><![CDATA[economia]]></category> <category><![CDATA[internet]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://69.89.31.73/~jlcarnei/2006/11/submarino-americanascom/</guid> <description><![CDATA[Ouvi (ou li, sei lá), hoje à tarde, rumores sobre uma fusão entre o Submarino e a Americanas.com, as duas maiores lojas virtuais do Brasil. Se vingar, serão mudanças profundas: grande impacto sobre os concorrentes (sem dúvida!); é possível que a nova loja (B2W, segundo a Exame) sinta-se à vontade para impor suas condições, afinal, [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Ouvi (ou li, sei lá), hoje à tarde, rumores sobre uma fusão entre o <a
href="http://www.submarino.com.br/" class="liexternal">Submarino</a> e a <a
href="http://www.americanas.com.br/" class="liexternal">Americanas.com</a>, as duas maiores lojas virtuais do Brasil.</p><p>Se vingar, serão mudanças profundas:</p><p><span
id="more-182"></span></p><p><img
style="margin-left: 10px; margin-bottom: 5px;" title="logo_w2b" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/logo_w2b.jpg" alt="logo_w2b" width="200" height="114" align="right" /></p><ul><li>grande impacto sobre os concorrentes (sem dúvida!);</li><li>é possível que a nova loja (B2W, <a
href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0117146.html" class="liexternal">segundo a Exame</a>) sinta-se à vontade para impor suas condições, afinal, terá poucos concorrentes, o maior deles, creio, seria a <a
href="http://www.fnac.com.br/" class="liexternal">Fnac</a>;</li><li>a estrutura logística do Submarino com a política de fretes e variedade das Americanas.com; <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Creepy.png' alt=':mrgreen:' class='wp-smiley' /></li><li>as Americanas.com terão 53,25% do capital votante (os acionistas do Submarino deverão ganhar um bom dinheiro para compensar).</li></ul><p>Um bom conjunto de matérias sobre esse assunto pode ser encontrado no <a
href="http://portalexame.abril.com.br/" class="liexternal">portal da revista Exame</a>:</p><ul><li><a
href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0117146.html" class="liexternal">Impacto de fusão extrapola comércio online</a>;</li><li><a
href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0117146.html" class="liexternal">União de Americanas.com e Submarino afetará varejo real</a>;</li><li><a
href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0881/negocios/m0116559.html" class="liexternal">Brasil vive temporada de fusões</a>;</li><li><span
class="removed_link" title="http://portalexame.abril.com.br/blogs/gradilone/20061123_listar_dia.shtml?permalink=27477">Fusão é positiva para investidores</span>;</li><li><a
href="http://portalexame.abril.com.br/negocios/m0117151.html" class="liexternal">Cade não deve barrar negócio</a>; <em>(será?)</em></li></ul><p>Segundo a <a
href="http://portalexame.abril.com.br/ae/negocio/m0117117.html" class="liexternal">uma matéria</a>:</p><blockquote><p>É intenção da administração de ambas as sociedades que a fusão seja aprovada até o final deste ano. Previamente à aprovação da fusão, os administradores de Submarino submeterão proposta de redução de capital e distribuição de dividendos para os acionistas, em valor de até 500 milhões de reais. Além disso, a Lojas Americanas fará um aumento de capital em Americanas.com em valor de, no mínimo, 175 milhões de reais.</p></blockquote><p>Além disso, segundo o IDG Now!, o reflexo já começou a ser sentido na Bovespa: 5% de alta para o Submarino e 3,8% para as Americanas.com. <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Sunglasses.png' alt=':cool:' class='wp-smiley' /></p><p>Nessas horas, os professores de Economia estão se divertindo! <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Smiling.png' alt=':smile:' class='wp-smiley' /></p><p>No meu caso, estou preocupado com o impacto no programa <a
href="http://afiliados.submarino.com.br/" class="liexternal">Afiliados do Submarino</a>&#8230; <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Winking.png' alt=':wink:' class='wp-smiley' /></p><p><em>(Preciso começar a investir na Bolsa. Urgente!)</em> <img
src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Creepy.png' alt=':mrgreen:' class='wp-smiley' /></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.jlcarneiro.com/submarino-americanascom/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>O negócio é diversificar&#8230;</title><link>http://www.jlcarneiro.com/o-negocio-e-diversificar/</link> <comments>http://www.jlcarneiro.com/o-negocio-e-diversificar/#comments</comments> <pubDate>Tue, 29 Aug 2006 03:11:22 +0000</pubDate> <dc:creator>José Luís</dc:creator> <category><![CDATA[Administração]]></category> <category><![CDATA[economia]]></category> <category><![CDATA[linkedin]]></category> <category><![CDATA[OpenOffice]]></category> <category><![CDATA[revistas]]></category> <guid
isPermaLink="false">http://69.89.31.73/~jlcarnei/2006/08/o-negocio-e-diversificar/</guid> <description><![CDATA[As empresas buscam, sempre, a maior participação participação possível no mercado. Mas, e quando o produto oferecido é elitista? Quando ele tem, entre suas características, o fato de &#8220;não ser para todo mundo&#8221;? Li, hoje, no boletim da revista &#8220;Valor Online&#8221;, uma matéria que pode interessar a quem lida com negócios (Ciências Contábeis, Economia ou [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>As empresas buscam, sempre, a maior participação participação possível no mercado. Mas, e quando o produto oferecido é elitista? Quando ele tem, entre suas características, o fato de &#8220;não ser para todo mundo&#8221;?</p><p><span
id="more-99"></span></p><p>Li, hoje, no boletim da revista &#8220;Valor Online&#8221;, <a
href="http://www.mercadocompetitivo.com.br/mc/site/index.jsp?pag=608&amp;cod=001&amp;par=0" class="liexternal">uma matéria</a> que pode interessar a quem lida com negócios (Ciências Contábeis, Economia ou Administração).</p><p>As marcas famosas têm observado que é interessante manter seu público fiel mas, abrir espaço para consumidores de produtos mais baratos (e com menos <em>status</em>) permite ganhos <em>no volume</em> ao invés de ganhos unicamente na margem de lucro. As empresas de moda já vêm usando este artifício há algum tempo, conseguindo maiores lucros ao vender para um número maior de consumidores, sem desagradar aqueles consumidores que gostam da exclusividade que o preço alto traz.</p><p>Algumas empresas de informática adotam o mesmo método com uma vantagem a mais: podem experimentar. Um exemplo é a Sun que cobra pelo <a
href="http://web.archive.org/web/20061113123726/http://br.sun.com/sunnews/feature/2005/20051003.html" class="liexternal">StarOffice</a> enquanto o <a
href="http://www.openoffice.org.br/" class="liexternal">OpenOffice.org</a>, que é <em>open-source</em> mas compartilha parte do seu código, tem distribuição gratuita. Dessa forma, as novidades podem ser testadas no OpenOffice.org e, quando amadurecidas, migram para o StarOffice.</p><p>No fim, tanto num caso como no outro, ganha a organização, com mais opções de faturamento, e ganham os consumidores, com opções de maior qualidade (de &#8220;grife&#8221;) por preços mais baixos&#8230;</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://www.jlcarneiro.com/o-negocio-e-diversificar/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
