Ainda não entendi bem como a Revista Superinteressante pretende implementar o acesso gratuito ao seu arquivo: as revistas de 1987 até 2004, antigamente disponíveis em CD, têm seu conteúdo completamente liberado, mas uma parte do conteúdo das revistas posteriores ainda não está disponível online. 
Entendo que eles podem precisar de um tempo para processar as revistas que não chegaram a ser oferecidas em CD, mas e as revistas novas? Por que não as produzem já no formato adequado? 
De qualquer forma, a edição de fevereiro de 2008 trouxe, na seção Superfetiche, a sugestão de nove livros interessantes que estão entre os mais vendidos do mundo:
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Publicado em Reflexões, em 13/12/2007 às 15h56 (última atualização em 29/09/2010 às 14h58)
Marcadores: economia, governo, tributos
Ontem, a prorrogação da CPMF foi rejeitada no Senado.
Voltada inicialmente para a saúde, não vou questionar se ela teve seu uso desvirtuado (apesar de pensar que teve). Até porque, as contribuições podem ter seu uso desvinculado por meio da Desvinculação de Recursos da União (DRU), proposta em 1994 e aprovada em 2000. Usos desvirtuados acima do permitido pela DRU, creio que devessem ser julgados como caso de corrupção. Mas isso é assunto para outro post… 
Criada com caráter provisório no governo Itamar Franco, com uma alíquota de 0,25%, a CPMF já surgiu de forma atípica, por meio de emenda constitucional (mais uma!). Seguindo sua trajetória curiosa, tornou-se permanente e teve sua alíquota aumentada para 0,38% no governo Fernando Henrique Cardoso.
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Publicado em Administração, em 23/11/2006 às 18h15 (última atualização em 10/11/2010 às 18h55)
Marcadores: economia, internet Ouvi (ou li, sei lá), hoje à tarde, rumores sobre uma fusão entre o Submarino e a Americanas.com, as duas maiores lojas virtuais do Brasil.
Se vingar, serão mudanças profundas:
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Publicado em Administração, em 29/08/2006 às 0h11 (última atualização em 29/09/2010 às 15h23)
Marcadores: economia, linkedin, OpenOffice, revistas As empresas buscam, sempre, a maior participação participação possível no mercado. Mas, e quando o produto oferecido é elitista? Quando ele tem, entre suas características, o fato de “não ser para todo mundo”?
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