Publicado em Reflexões, em 08/04/2010 às 23h26 (última atualização em 05/05/2010 às 1h15)
Marcadores: BBB, conhecimento, sociedade, televisão 
Na internet, é comum encontrarmos textos com autoria incorreta, como o texto regras que não se aprende na escola, normalmente atribuído a Bill Gates, ou o texto Os votos, normalmente atribuído a Victor Hugo.
Isso não ocorre apenas com personalidades internacionais. Existem textos atribuídos a vários intelectuais brasileiros, como Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector, Millôr Fernandes, Pasquale Cipro Neto e Luis Fernando Verissimo. Ironicamente, os problemas provenientes dessas “obras” fazem com que sejam veementemente repudiadas pelos seus supostos autores.
Um exemplo é o texto a seguir, que tem circulado a internet erradamente atribuído a Verissimo, quando seu verdadeiro autor parece ser Marcelo Guido. De fato, pelo menos para mim, que sou leigo, Verissimo parece ser mais sutil e irônico…
(continue lendo)
Publicado em Reflexões, em 31/03/2010 às 22h48 (última atualização em 12/12/2011 às 15h14)
Marcadores: BBB, charges, humor, imagens, sociedade, televisão É surreal como o povo brasileiro investe tempo e dinheiro em futilidades coisas como o Big Brother Brasil. Essa atração irracional pela mídia e pela fama instantânea é analisada, e duramente criticada, no texto de Malu Fontes publicado no Zéducando.
Esse comportamento impressiona não apenas acadêmicos, mas todos os que têm algum senso crítico. Chargistas talentosos, por exemplo, conseguem resumir em poucas imagens o absurdo da situação. Como Tiago Nepomuceno fez na charge abaixo:

Fonte: Tiras do Sabiá.
Publicado em Reflexões, em 01/06/2007 às 11h24 (última atualização em 29/09/2010 às 13h45)
Marcadores: BBB, carreira, educação, linkedin, televisão A maioria da população brasileira sofre com baixos salários e, principalmente, com baixo nível cultural. Assistem-se a mais programas como o Domingão do Faustão do que a programas culturais; o “miguxês” grassa pela internet e participantes de programas como o Big Brother Brasil tornam-se ídolos para a população (tive alunos que faltaram aula para assistir ao programa!).
Apesar de termos acesso mais fácil a um volume maior de informações, o brasileiro está escolhendo errado. Está preferindo ficar mais ignorante… Pelo menos, há movimentos contra isso, como o livro Brasileiros Pocotó de Luciano Pires, mas a situação está difícil. O povo, ignorante, escolhe programas, empresas e políticos ruins; e estes oferecem em troca meios de torná-lo mais ignorante ainda… 
Li, numa reportagem da revista Veja, que os orientais estudam mais do que os brasileiros. Infelizmente, não é nenhuma novidade… O interessante é que os brasileiros descendentes de orientais também estudam mais que os brasileiros “comuns” (miscigenados mas sem descendência definida, como eu)! Alguns trechos:
(continue lendo)