Publicado em Tecnologia, em 25/07/2010 às 2h34 (última atualização em 02/08/2010 às 23h40)
Marcadores: autorun, malware, pendrive, segurança, Windows 
Os crackers não perdem tempo! A vulnerabilidade no tratamento de atalhos (arquivos .lnk) do Windows, oficialmente denominada CVE-2010-2568, já começou a ser explorada por pelo menos dois malwares, segundo pesquisadores da empresa de segurança ESET.
O primeiro caso, denominado por eles Win32/TrojanDownloader.Chymine.A, menos sofisticado, explora a vulnerabilidade para instalar um keylogger. Aparentemente, sua propagação é feita por outro método.
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Publicado em Tecnologia, em 19/07/2010 às 23h10 (última atualização em 26/07/2010 às 11h33)
Marcadores: autorun, malware, pendrive, segurança, Windows 
Há alguns meses, fiquei feliz em descobrir o Panda USB Vaccine, uma ferramenta contra vírus em pendrives.
Na época, a maior ameaça era o sistema de reprodução automática do Windows, usado pelos vírus para se instalar no computador sem o conhecimento do usuário. O utilitário da Panda, substituía o arquivo autorun.inf por uma versão inócua e impedia que sofresse alterações futuras. Dessa forma, o pendrive ficava imune a contaminações futuras. Para terminar, desabilitava a execução automática no equipamento.
O Panda USB Vaccine ainda existe, e funciona muito bem, obrigado. Mas já não deixa os usuários Windows tão tranquilos quanto antigamente, porque recentemente foi descoberta uma via de contaminação por meio de pendrives sem usar a reprodução automática.
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Publicado em Tecnologia, em 07/02/2010 às 18h28 (última atualização em 16/10/2011 às 18h51)
Marcadores: antivírus, autorun, malware, pendrive, segurança, Windows 
Pelo que tenho observado, a maioria dos usuários de computador não quer entender de informática, preferindo computadores que simplesmente funcionem
. Não posso recriminá-los por isso: não precisamos entender em detalhes como funciona um carro, um forno de micro-ondas ou uma calculadora para usá-los diariamente.
Infelizmente, em nome da facilidade de uso, os fabricantes de software vêm trocando segurança por comodidade. A partir do Windows 95, os sistemas operacionais da Microsoft passaram a contar com a “reprodução automática” (também conhecida como autorun): ao detectar uma mídia removível (CD, DVD, pendrives e discos rígidos externos), o sistema operacional procurava um arquivo autorun.inf contendo instruções para sua execução.
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Quando escrevi sobre pendrives como vetores de contaminação, verifiquei os pendrives que costumo usar com freqüência porque, apesar de usar Linux em casa, ainda preciso usar Windows no trabalho e na faculdade.
Na época, não achei nada. Mas ontem, ao preparar uma prova final de Informática Básica, peguei um Jumpdrive de 1GB antigo que estava “encostado” e encontrei, no diretório raiz, os arquivos abaixo:
- autorun.bat;
- autorun.bin;
- autorun.inf;
- autorun.reg;
- autorun.txt;
- autorun.vbs; e
- autorun.wsh.
Todos com data de agosto de 2007, certamente a última vez que usei aquele pendrive. Como não uso máquinas Windows em casa, não fiquei preocupado mas, por via das dúvidas, passei o avast! 4 Linux Home Edition: limpo!
Tranqüilidade é outra coisa…