Castigo eterno?

Não sei dizer como era o senso de humor de Steve Jobs. Mas, todos sabíamos que as piadas seriam inevitáveis.

Ao menos essas são inteligentes: cobrem várias possibilidades…

Após o susto inicial, Jobs descobre que foi requisitado em outro lugar… Continue lendo

Steve Jobs: três histórias, uma lição de vida

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Steve Jobs está morto.

Pensando friamente, não é grande coisa: uma pessoa morreu, milhares morrem todos os dias. Uma celebridade morreu, várias morrem todos os anos. Mas Steve Jobs não era qualquer um. Longe de ser perfeito (muitas das pessoas que o conheceram o descreveram como arrogante, orgulhoso, grosseiro, etc.), o fundador da Apple foi um visionário.

Você pode nunca ter usado um produto da Apple (eu nunca usei), mas muito do computador que você está usando agora, você deve a esse homem: muito da interface gráfica, a busca pela simplicidade e pela facilidade de uso, o uso do mouse e até o próprio conceito do computador pessoal têm o dedo dele no meio.

Chega de falar de tecnologia. Se quiser ter uma idéia de sua importância para a história do computador e para a tecnologia atual como um todo, leia meu artigo Uma vida de conceitos ou assista ao filme Piratas da Informática. Hoje, meu objetivo é, como última homenagem a um homem muito inteligente, reproduzir a mensagem que ele passou para os formandos da Universidade de Stanford em 2005.

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A arte de copiar…

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Estou cheio de coisas para fazer mas, para não deixar o blog parado (e aproveitando que hoje é sexta-feira), segue uma piadinha mostrando a diferença entre os engenheiros da Microsoft e os engenheiros da Apple:

Três engenheiros da Apple e três da Microsoft viajavam num mesmo trem. Na estação, os engenheiros da Microsoft compram suas passagens, notam que os caras da Apple só compram uma e dizem:

— Como vocês pretendem viajar só com uma passagem?

Eles respondem:

— Observem!

Entram no trem: o pessoal da Microsoft toma seus assentos e os da Apple trancam-se no banheiro.

Quando o bilheteiro bate na porta do banheiro, só uma mão se estende e entrega a passagem. O pessoal da Microsoft acha uma boa idéia.

Na volta, o pessoal da Microsoft, resolve utilizar a idéia da Apple e compra só uma passagem. Espantados, observam que o pessoal da Apple não compra nenhuma.

— Como vocês três vão viajar sem passagens? — diz um engenheiro da Microsoft.

— Vocês verão — responde o da Apple.

Quando o trem parte, o pessoal da Microsoft tranca-se num banheiro e o da Apple no outro. Antes do bilheteiro aparecer, um engenheiro da Apple sai do banheiro, vai até a porta do banheiro onde está o pessoal da Microsoft, bate na porta e diz:

— As passagens, por favor!

Fonte: Megalópolis.

Ainda bem!

Eu não disse que logo iriam começar a surgir as críticas ao iPhone? Eis mais uma, do Usabilidoido. E muito bem fundamentada! Mostra, inclusive, respostas de concorrentes ao protótipo da Apple!

Como nada é perfeito, o iPhone tem que ter defeitos. Então, as críticas diminuem o frenesi, trazem as coisas de volta à realidade e contribuem para o aprimoramento do produto.

Afinal, o iPhone será superado um dia (não sei quando). E, quando isso ocorrer (ocorreu com todos os equipamentos que vieram antes dele e continuará ocorrendo com os que vierem depois), não será sinal de fracasso.

O principal feito de qualquer nova tecnologia não é ser o “equipamento definitivo”, mas mostrar aos concorrentes que existem outros caminhos a serem trilhados, tirando-os da mesmice. Permitindo a evolução.

Uma vida de conceitos

No início, as coisas eram avaliadas por seu valor intrínseco. Como exemplo, temos os padrões monetários antigos: sal, gado, prata, ouro, etc.

Segundo alguns cientistas, nosso verdadeiro diferencial foi o pensamento abstrato, a habilidade em lidar com conceitos. Esse assunto foi mencionado numa reportagem da Superinteressante:

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