O negócio é diversificar…

simbolo-adm.png

As empresas buscam, sempre, a maior participação participação possível no mercado. Mas, e quando o produto oferecido é elitista? Quando ele tem, entre suas características, o fato de “não ser para todo mundo”?

Li, hoje, no boletim da revista “Valor Online”, uma matéria que pode interessar a quem lida com negócios (Ciências Contábeis, Economia ou Administração).

As marcas famosas têm observado que é interessante manter seu público fiel mas, abrir espaço para consumidores de produtos mais baratos (e com menos status) permite ganhos no volume ao invés de ganhos unicamente na margem de lucro. As empresas de moda já vêm usando este artifício há algum tempo, conseguindo maiores lucros ao vender para um número maior de consumidores, sem desagradar aqueles consumidores que gostam da exclusividade que o preço alto traz.

Algumas empresas de informática adotam o mesmo método com uma vantagem a mais: podem experimentar. Um exemplo é a Sun que cobra pelo StarOffice enquanto o OpenOffice.org, que é open-source mas compartilha parte do seu código, tem distribuição gratuita. Dessa forma, as novidades podem ser testadas no OpenOffice.org e, quando amadurecidas, migram para o StarOffice.

No fim, tanto num caso como no outro, ganha a organização, com mais opções de faturamento, e ganham os consumidores, com opções de maior qualidade (de “grife”) por preços mais baixos…

Deixe um comentário: