white-carnation.jpgMaio é um mês importante para o comércio, por ser simultaneamente o “mês das noivas” (meio em desuso, na minha opinião) e o “mês das mães”. Mal acaba a Páscoa, começam a surgir dezenas de propagandas homenageando as mães e convencendo-nos que temos que comprar algo para presenteá-las. Mas as propagandas forçam muito. Tanto, que soa falso…

O curioso é que fui pesquisar e descobri que o Dia das Mães não foi invenção do comércio: ele foi comemorado publicamente pela primeira vez em 1908, como resultado do esforço da americana Anna Jarvis em atender a um desejo de sua mãe, falecida três anos antes.

Anna denominou o dia como “Mother’s Day”, “Dia da Mãe” e não um genérico “Dia das Mães“, como estamos acostumados a encontrar, porque deveria servir para que cada família homenageasse a sua mãe com gestos simples. Em sua opinião, deveria ser um dia de sentimento, não de lucro.

Se você deseja seguir o espírito do dia (e consegue suportar as suspeitas de que apenas tentou economizar uns trocados), um simples cravo branco e uma carta amorosa e sincera são o ideal, segundo Anna Jarvis.

Se não tem tanta facilidade com as palavras, faça como eu: pesquise um pouco. Vi, por exemplo, um comercial com uma mensagem tão bonita que tomei a liberdade de reproduzi-la abaixo:

Você conhece alguma pessoa que acorda de madrugada, feliz?
Que dá duro para juntar dinheiro, e não gasta com ela?
Que pode estar cheia de problemas, mas pára tudo para escutar os seus?
Que trabalha o dia inteiro e quando chega em casa, trabalha mais… E sorrindo?

E se, por outro lado, já comprou alguma coisa, escreva algo mesmo assim! Como diz um texto do jornal The Vancouver Sun que encontrei, entre um presente comprado em uma loja, igual a tantos outros, e uma carta escrita pelo filho dela, qual você acha que sua mãe vai preferir? :wink:

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