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	<title>jlcarneiro.com</title>
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	<description>Porque agora todo mundo é &#34;pontocom&#34;!</description>
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		<title>Seja diferente, agrade o cliente!</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 12:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Marins]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Infelizmente, existem vendedores (e prestadores de serviço) que atendem tão mal que parece que estão prestando um favor. Talvez nem isso, já que prestar um favor pressupõe boa vontade: (fa.vor) [ô] sm. 1. Ajuda que se presta em caráter amistoso e generoso, geralmente sem se ter obrigação: Não aceito um favor que não possa retribuir. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p>Infelizmente, existem vendedores (e prestadores de serviço) que atendem tão mal que parece que estão prestando um favor. Talvez nem isso, já que prestar um favor pressupõe boa vontade:</p>
<blockquote><p><strong>(fa.<em>vor</em>) [ô]</strong><br />
sm.<br />
1. Ajuda que se presta em caráter amistoso e generoso, geralmente sem se ter obrigação:<br />
<q>Não aceito um favor que não possa retribuir.</q> (José de Alencar, A viuvinha)<br />
[ Antônimo: obrigação ]<br />
<small style="float: right;">Fonte: <a href="http://aulete.uol.com.br/site.php?mdl=aulete_digital&#038;op=loadVerbete&#038;palavra=favor" rel="nofollow" class="liexternal">iDicionário Aulete</a>.</small></p></blockquote>
<p>Se <q>um cliente insatisfeito custa o lucro de cinco clientes satisfeitos</q> (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Jagdish_Sheth" rel="nofollow" class="liexternal">Jagdish Sheth</a>), um cliente enraivecido pode ser catastrófico&#8230;</p>
<p><span id="more-1072"></span><div id="attachment_1088" class="wp-caption aligncenter" style="width: 401px"><img src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/photos/cliente_enraivecido.jpg" alt="cliente_enraivecido.jpg" title="Estou quase fazendo algo parecido com alguns profissionais que conheço..." width="391" height="285" class="size-full wp-image-1088" /><p class="wp-caption-text">Cliente insatisfeito é um perigo!</p></div></p>
<p>Para evitar problemas desse tipo, segue um texto de Luiz Marins demonstrando como deve ser o <a href="http://www.jlcarneiro.com/tag/atendimento/" class="liinternal">atendimento a clientes</a>:</p>
<blockquote><p><span class="title">Um hotel diferente</span><br />
<span class="author">Por <a href="http://www.anthropos.com.br/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=271&#038;Itemid=55" class="liexternal">Luiz Almeida Marins Filho</a></span></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-1066" title="Luiz Almeida Marins Filho" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/people/luiz_marins.jpg" alt="luiz_marins.jpg" width="200" height="200" />Chego cansado da viagem. Tomo um táxi no aeroporto para o hotel. Chego no hotel e vou pagar o táxi e o motorista me diz:</p>
<p>&#8211; Quando trazemos hóspedes para este hotel, o hotel paga a corrida desde o aeroporto. O senhor não precisa pagar&#8230;</p>
<p>Na recepção do hotel o recepcionista apenas pede que eu assine a ficha de entrada e me dá outra em branco para eu preencher no quarto, mais descansado. Enquanto estou assinando, vem um garçom com uma xícara de café <em>espresso</em> e um copo d&#8217;água e me pergunta se aceito, pois deveria estar cansado da viagem. Imediatamente o porteiro toma as minhas malas e me encaminha ao apartamento.</p>
<p>Chego no apartamento e toca o telefone. A telefonista me diz:</p>
<p>&#8211; Boa noite Sr. Marins, seja bem-vindo ao nosso hotel. Caso deseje alguma coisa, por favor, não hesite em me ligar. Meu nome é Rose e o ramal é o 9. O senhor deseja ser despertado amanhã?</p>
<p>No dia seguinte, no horário em que pedi para ser despertado, a telefonista me acorda e diz:</p>
<p>&#8211; Bom dia Sr. Marins. São 6h30min, a temperatura é de 23 graus celsius e está chovendo. No seu armário há um guarda-chuva de cortesia. Por favor, não hesite em usá-lo, caso deseje. O senhor gostaria que o café da manhã fosse enviado a seu apartamento? Nosso salão de café está no 1º andar caso deseje tomá-lo no salão.</p>
<p>Não preciso dizer que tudo estava perfeito no apartamento &#8211; lençóis de linho, toalhas perfumadas, travesseiros extras, etc.</p>
<p>Fiquei pensando na riqueza dos detalhes do atendimento desse hotel. Por que todos não fazem o mesmo? Por que as empresas não se colocam no lugar de seus clientes e os surpreendem e encantam com detalhes que fazem toda a diferença? Irei eu a outro hotel nas próximas vezes que for a essa cidade? Fiquei também pensando em quanto essa riqueza de detalhes havia onerado o hotel. Seria compensador pagar o táxi, oferecer café, guarda-chuva, etc.?  A resposta é obviamente sim! Perguntei ao gerente a ocupação do hotel e ele disse estar sempre em torno de 80-90%.</p>
<p>Pense agora em nossa empresa. Temos essa &#8220;visão&#8221; de surpreender e encantar nossos clientes, dando a eles o que eles não esperam?</p>
<p>Nesta semana, pense nisso e surpreenda. Pense nisso e encante. Seja &#8220;diferente&#8221;.</p></blockquote>
<p>Será que é tão difícil entender que a satisfação do cliente é indispensável à sobrevivência de uma empresa ou de profissional liberal?</p>
<p>Qualidade no produto ou serviço é o <em>mínimo</em>! Se a maioria dos seus concorrentes trata cada cliente como &#8220;mais um&#8221;, dê aos seus clientes a atenção desejada e, além de suas preferências, você terá suas indicações!</p>

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		<title>Proteja seu endereço de e-mail</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/proteja-seu-endereco-de-e-mail/</link>
		<comments>http://www.jlcarneiro.com/proteja-seu-endereco-de-e-mail/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 00:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[código]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[scripts]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>
		<category><![CDATA[spam]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/jokes/antispam-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="antispam.jpg" title="O spam! O spam!" /></p>Não é impressão sua a sensação de que a maior parte dos e-mails é lixo. Segundo o último relatório da Symantec, 91,89% de todos os e-mails no mundo são spam. Não, você não leu errado! Quase todos os e-mails que circulam na internet são spam (pelo menos por enquanto)! E, segundo as estatísticas, o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/jokes/antispam-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="antispam.jpg" title="O spam! O spam!" /></p>
<p>Não é impressão sua a sensação de que a maior parte dos e-mails é lixo. Segundo o <a href="http://go.symantec.com/spam_report" class="liexternal">último relatório da Symantec</a>, 91,89% de todos os e-mails no mundo são <a href="http://www.antispam.br/conceito/" class="liexternal">spam</a>.</p>
<p>Não, você não leu errado! Quase todos os e-mails que circulam na internet são spam (<a href="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/jokes/geek_poke_spam100.gif" rel="thumbnail" class="liinternal">pelo menos por enquanto</a>)! E, segundo as estatísticas, o Brasil é um dos campeões na área.</p>
<p>O relatório não explica porque, mas <em>creio</em> que uma das razões seja a falta de cuidado dos brasileiros. No Brasil, abundam apresentações em powerpoint, na maioria das vezes, mensagens de auto-ajuda ou boatos infundados, invariavelmente terminadas com um apelo para encaminhar a todos os contatos da lista.</p>
<p>Ao receber uma dessas mensagens, o spammer passa a contar com uma lista <em>novinha</em> de vítimas porque a maioria dos internautas brasileiros não costuma <a href="http://www.jlcarneiro.com/os-dez-mandamentos-do-e-mail/" class="liinternal">zelar pela privacidade do próximo</a>:</p>
<ul>
<li>usando o campo de cópia oculta; e</li>
<li>removendo os endereços de destinatários anteriores do corpo da mensagem ao enviá-la.</li>
</ul>
<p><span id="more-1087"></span>Duas das principais <a href="http://www.antispam.br/prevencao/preservar-email/" class="liexternal">medidas preventivas</a> são:</p>
<ul>
<li>não divulgar seus e-mails a qualquer um ou a qualquer site; e</li>
<li>evitar o formato comumente utilizado (<code>fulano@dominio.com.br</code>), ao escrever o endereço de e-mail em páginas pessoais ou no corpo de comentários.</li>
</ul>
<p>Mesmo assim, aqui no jlcarneiro.com, em <a href="http://www.jlcarneiro.com/search/?cx=partner-pub-9659890723873039%3A2n2lmj-5140&amp;cof=FORID%3A9&amp;ie=UTF-8&amp;q=" class="liinternal">diversas ocasiões</a>, precisei editar comentários para proteger <a href="http://www.jlcarneiro.com/a-teoria-do-fundo-preto/#comment-817" class="liinternal">comentaristas incautos</a> que informaram seus e-mails para receber ajuda. Protegi a privacidade deles mas, infelizmente, posso ter atrapalhado seus apelos&#8230;</p>
<p>Para evitar isso, acabo de instalar uma rotina em javascript que transforma endereços de e-mail no formato textual (<code>fulano arroba dominio ponto com ponto br</code>) no formato tradicional (<code>fulano@dominio.com.br</code>). Caso os navegadores estejam com o javascript desabilitado, o e-mail ainda será exibido no formato textual, permitindo sua exibição mas sem facilitar a vida dos spammers.</p>
<p>A rotina baseia-se em um <a href="http://www.html-advisor.com/javascript/hide-email-with-javascript-jquery/">post do HTML-Advisor</a> e, para aqueles interessados em implementá-la em seus sites, segue o código comentado:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="javascript" style="font-family:monospace;font-family: 'DejaVu Sans Mono', 'Courier New', monospace;"><span style="color: #006600; font-style: italic;">// expressoes regulares para busca por TODAS as ocorrencias de 'arroba' e 'ponto'</span>
<span style="color: #003366; font-weight: bold;">var</span> at <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #009966; font-style: italic;">/ arroba /g</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #003366; font-weight: bold;">var</span> dot <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #009966; font-style: italic;">/ ponto /g</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #006600; font-style: italic;">// percorre todas as tags SPAN</span>
<span style="color: #003366; font-weight: bold;">var</span> spans <span style="color: #339933;">=</span> document.<span style="color: #660066;">getElementsByTagName</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #3366CC;">&quot;span&quot;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #003366; font-weight: bold;">var</span> hm <span style="color: #339933;">=</span> spans.<span style="color: #660066;">length</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #000066; font-weight: bold;">for</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span>c <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #CC0000;">0</span><span style="color: #339933;">;</span> c <span style="color: #339933;">&lt;</span> hm<span style="color: #339933;">;</span> c<span style="color: #339933;">++</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
	<span style="color: #006600; font-style: italic;">// altera apenas aquelas da classe 'email'</span>
	<span style="color: #000066; font-weight: bold;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span>spans<span style="color: #009900;">&#91;</span>c<span style="color: #009900;">&#93;</span>.<span style="color: #660066;">className</span> <span style="color: #339933;">==</span> <span style="color: #3366CC;">'email'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
		newcnt <span style="color: #339933;">=</span> spans<span style="color: #009900;">&#91;</span>c<span style="color: #009900;">&#93;</span>.<span style="color: #660066;">innerHTML</span>.<span style="color: #660066;">replace</span><span style="color: #009900;">&#40;</span>at<span style="color: #339933;">,</span> <span style="color: #3366CC;">'@'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
		newcnt <span style="color: #339933;">=</span> newcnt.<span style="color: #660066;">replace</span><span style="color: #009900;">&#40;</span>dot<span style="color: #339933;">,</span> <span style="color: #3366CC;">'.'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
		spans<span style="color: #009900;">&#91;</span>c<span style="color: #009900;">&#93;</span>.<span style="color: #660066;">innerHTML</span> <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #3366CC;">'&lt;a href=&quot;mailto:'</span> <span style="color: #339933;">+</span> newcnt <span style="color: #339933;">+</span> <span style="color: #3366CC;">'&quot;&gt;'</span> <span style="color: #339933;">+</span> newcnt <span style="color: #339933;">+</span> <span style="color: #3366CC;">'&lt;/a&gt;'</span><span style="color: #339933;">;</span>
	<span style="color: #009900;">&#125;</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span></pre></div></div>

<p>Assim como o <a href="http://www.jlcarneiro.com/blogroll-por-ordem-de-atualizacao-3/" class="liinternal">post anterior</a>, este também foi um pouco mais técnico. Entretanto, penso que as reflexões sobre spam e divulgação de endereços de e-email são interessantes para todos.</p>

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		<title>Blogroll por ordem de atualização (3)</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/blogroll-por-ordem-de-atualizacao-3/</link>
		<comments>http://www.jlcarneiro.com/blogroll-por-ordem-de-atualizacao-3/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[WordPress]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/galleries/wordpress-thumbnail.png" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="wordpress.png" title="WordPress - plataforma de publicação pessoal semântica" /></p>Outro dia, um amigo meu perguntou por que alguns posts tinham um caráter tão técnico. Peço desculpas, é porque um dos objetivos iniciais deste blog é armazenar macetes e dicas para mim mesmo: distribuir material de apoio para meus alunos; ajudar aqueles que não têm muita prática com informática com dicas; manter, num local de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/galleries/wordpress-thumbnail.png" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="wordpress.png" title="WordPress - plataforma de publicação pessoal semântica" /></p>
<p>Outro dia, um amigo meu perguntou por que alguns posts tinham um caráter tão técnico. Peço desculpas, é porque um dos <a href="http://www.jlcarneiro.com/about/" class="liinternal">objetivos iniciais deste blog</a> é armazenar macetes e dicas para mim mesmo:</p>
<blockquote>
<ul>
<li>distribuir material de apoio para meus alunos;</li>
<li>ajudar aqueles que não têm muita prática com informática com dicas;</li>
<li>manter, num local de fácil acesso, pequenos macetes, dicas e endereços;</li>
<li>guardar textos, mensagens, reportagens e notícias interessantes; e</li>
<li>expressar minha opinião sobre algum assunto interessante.</li>
</ul>
</blockquote>
<p>Portanto, aviso que este post interessa mais àqueles que gostam de programação. Aqueles que o lerem e não compreenderem, não se preocupem: <em>é apenas um registro pessoal para futuras consultas e não contém nenhuma informação de uso geral</em>. <img src='http://www.jlcarneiro.com/wp-includes/images/smilies/Winking.png' alt=':wink:' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span id="more-1084"></span>Em 2008, escrevi um <a href="http://www.jlcarneiro.com/blogroll-por-ordem-de-atualizacao/" class="liinternal">script que atualiza o campo de data dos links</a>, para contornar o já conhecido problema com a exibição do blogroll por ordem de atualização no WordPress.</p>
<p>Recentemente, verifiquei que os script havia parado de funcionar. Como parece que as versões recentes do WordPress não têm mais a variável <code>use_linksupdate</code>, aproveitei para adaptar o código às diferentes versões e formatos de feed, que armazenam a data em campos distintos:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="php" style="font-family:monospace;font-family: 'DejaVu Sans Mono', 'Courier New', monospace;"><span style="color: #000000; font-weight: bold;">global</span> <span style="color: #000088;">$wpdb</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #b1b100;">require_once</span><span style="color: #009900;">&#40;</span>ABSPATH<span style="color: #339933;">.</span><span style="color: #0000ff;">'wp-config.php'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #b1b100;">include_once</span><span style="color: #009900;">&#40;</span>ABSPATH<span style="color: #339933;">.</span><span style="color: #0000ff;">'wp-includes/class-snoopy.php'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #b1b100;">include_once</span><span style="color: #009900;">&#40;</span>ABSPATH<span style="color: #339933;">.</span><span style="color: #0000ff;">'wp-includes/rss.php'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #000088;">$link_rsses</span> <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #000088;">$wpdb</span><span style="color: #339933;">-&gt;</span><span style="color: #004000;">get_col</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #0000ff;">&quot;SELECT link_rss FROM <span style="color: #006699; font-weight: bold;">$wpdb-&gt;links</span> WHERE link_rss &lt;&gt; ''&quot;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
<span style="color: #b1b100;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$link_rsses</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
	<span style="color: #b1b100;">foreach</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$link_rsses</span> <span style="color: #b1b100;">as</span> <span style="color: #000088;">$rssurl</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
		<span style="color: #000088;">$feed</span> <span style="color: #339933;">=</span> fetch_rss<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$rssurl</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span>
		<span style="color: #b1b100;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$feed</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
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		<title>Machinarium: bom, bem feito e barato!</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/machinarium-bom-bem-feito-e-barato/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 23:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Em maio, fiquei muito surpreso ao descobrir um pacote de jogos para Linux. Jogos para Linux existem muitos, qual a novidade? Bem, esses jogos não eram jogos desenvolvidos para Windows adaptados para rodar no Linux, eram jogos desenvolvidos também para essa plataforma. A Wolfire Games criou um pacote, chamado The Humble Indie Bundle, composto de [...]]]></description>
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<p>Em maio, fiquei muito surpreso ao descobrir um pacote de jogos para Linux. Jogos para Linux existem muitos, qual a novidade?</p>
<p>Bem, esses jogos não eram jogos desenvolvidos para Windows <em>adaptados</em> para rodar no Linux, eram jogos desenvolvidos <em>também</em> para essa plataforma. A <a href="http://www.wolfire.com/" class="liexternal">Wolfire Games</a> criou um pacote, chamado <a href="http://www.wolfire.com/humble" class="liexternal">The Humble Indie Bundle</a>, composto de <a href="http://www.jlcarneiro.com/world-of-goo-quase-de-graca/" class="liinternal">cinco jogos de raciocínio</a> (World of Goo, Aquaria, Gish, Lugaru HD e Penumbra Overture) e o ofereceu por valor livre. Ou seja, o comprador definia o valor que desejava a pagar por um pacote de jogos que, separados, custariam cerca de 80 dólares.</p>
<div id="attachment_1085" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><img class="size-full wp-image-1085" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/screenshots/humble_indie_bundle.jpg" alt="humble_indie_bundle.jpg" width="700" height="105" /><p class="wp-caption-text">Humble Indie Bundle: um ótimo pacote de jogos</p></div>
<p><span id="more-1083"></span>A idéia dos desenvolvedores é que os piratas são minoria e não iriam comprar suas cópias mesmo. Segundo essa perspectiva, as cópias pirateadas corresponderiam a apenas um ínfimo percentual das cópias vendidas, tornando o esforço para coibi-las apenas custo desnecessário e freqüentes irritações dos clientes com problemas nos sistemas de validação de cópias.</p>
<p>Nas palavras dos próprios desenvolvedores:</p>
<blockquote><p>Com a promoção Humble Indie Bundle, vimos que, quando tratamos jogadores como pessoas reais ao invés de criminosos, eles respondem da mesma forma. Qualquer um pode conseguir cinco jogos sem DRM [<em>Digital Rights Management</em>, um sistema de restrição de cópias] por alguns trocados e pirateá-los o quanto quiserem &#8212; nós não temos como saber ou impedir. Entretanto, apenas nos dois primeiros dias, tivemos mais de 40 mil contribuições com uma média de 8 dólares cada! Teríamos visto esse tipo de apoio se os jogos fossem adaptações de versões para console que só funcionassem conectados a um servidor DRM seguro? Nós nunca saberemos ao certo, mas eu duvido.</p>
<p style="text-align: right;">Tradução de um <a href="http://blog.wolfire.com/2010/05/Another-view-of-game-piracy" class="liexternal">trecho do blog dos desenvolvedores</a>.</p>
</blockquote>
<p>O raciocínio parece correto, uma vez que a promoção encerrou no dia 15 de maio, mas arrecadou mais de um milhão de dólares (eu mesmo contribuí com quinze). O resultado foi tão bom que abriram o código de quatro dos jogos (Aquaria, Gish, Lugaru HD e Penumbra Overture) e ainda acrescentaram ao pacote um sexto jogo, <a href="http://horaderelaxar.com.br/2009/02/27/samorost-2-salve-seu-bichinho-de-estimacao/" class="liexternal">Samorost 2</a>, desenvolvido pela <a href="http://amanita-design.net/" class="liexternal">Amanita Design</a>.</p>
<div id="attachment_1086" class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><img class="size-full wp-image-1086" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/screenshots/machinarium.jpg" alt="machinarium.jpg" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Machinarium - inteligente e divertido!</p></div>
<p>Recentemente, descobri que a Amanita Design, além de colaborar doando o Samorost 2, está realizando uma promoção semelhante com outro jogo seu, o ótimo <a href="http://machinarium.net/" class="liexternal">Machinarium</a>. Vendido normalmente por 20 dólares, até o próximo dia 12, pode ser comprado por apenas <em>5 dólares</em>. Já comprei a minha licença! O único porém é que, como comprei antes da promoção, paguei o preço normal&#8230;</p>
<p>Mas, tudo bem! Acredito que todos devemos apoiar essas iniciativas para, além de  aproveitar a oportunidade de adquirir bons jogos por preços baixos,  demonstrar ao restante da indústria de jogos que deveria fazer o mesmo. É muito bom ver jogos de <em>qualidade</em>, multiplataforma (rodam normalmente em Windows, MacOS e Linux) e por um preço acessível, mesmo para nós, brasileiros.</p>
<p>Também é ótimo ver o Linux aparecendo entre as plataformas suportadas por jogos, para variar. Para nós, usuários Linux, essa campanha tem o <em>dobro</em> da importância, já que esse é mais um passo para uma maior aceitação do Linux como sistema operacional viável para o usuário comum, uma vez que a falta de jogos sempre foi um obstáculo difícil de contornar.</p>
<p>E aí? Está esperando o quê?</p>

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		<title>Quem tem, tem medo</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/quem-tem-tem-medo/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 04:38:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Inep]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="89" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/padlock-thumbnail.png" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="padlock.png" title="Segurança na internet" /></p>É pública e notória a importância de cuidar dos seus dados na internet. Cuidado com sites não confiáveis, use senhas fortes e não divulgue seus dados a estranhos são apenas algumas das várias orientações voltadas para a segurança dos usuários. Eu mesmo, já tratei do assunto aqui no blog, pelo menos quatro vezes: Home banking: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="89" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/padlock-thumbnail.png" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="padlock.png" title="Segurança na internet" /></p>
<p>É pública e notória a importância de cuidar dos seus dados na internet. <q>Cuidado com sites não confiáveis</q>, <q>use senhas fortes</q> e <q>não divulgue seus dados a estranhos</q> são apenas algumas das várias orientações voltadas para a segurança dos usuários. Eu mesmo, já tratei do assunto aqui no blog, <em>pelo menos</em> quatro vezes:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.jlcarneiro.com/home-banking-tres-testes-praticos/" class="liinternal">Home banking: três testes práticos</a>;</li>
<li><a href="http://www.jlcarneiro.com/os-dez-mandamentos-da-internet-segura/" class="liinternal">Os Dez Mandamentos (da Internet Segura)</a>;</li>
<li><a href="http://www.jlcarneiro.com/cartilha-do-e-consumidor/" class="liinternal">Cartilha do e-Consumidor</a>; e</li>
<li><a href="http://www.jlcarneiro.com/os-dez-mandamentos-do-e-mail/" class="liinternal">Os Dez Mandamentos (do e-mail)</a>.</li>
</ul>
<p>Infelizmente, na última terça-feira (dia 3 de agosto), dados pessoais de quase 12 milhões de inscritos no ENEM ficaram disponíveis para acesso público por três horas. O interessante é que parece que a falha, como na maioria das vezes, decorreu de <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/medidas-simples-teriam-evitado-vazamendo-do-enem-diz-especialista" rel="nofollow" class="liexternal">falta de cuidado</a> e excesso de confiança nos usuários.</p>
<p><span id="more-1081"></span>Em <a href="http://http://www.inep.gov.br/imprensa/noticias/enem/news10_18.htm" rel="nofollow" class="liexternal">nota oficial</a>, o INEP informou que:</p>
<blockquote><p>Os  dados dos inscritos, armazenados no banco do instituto, eram  colocados numa  área reservada do site, com endereço específico, e  liberados para as  Instituições de Ensino Superior (IES) e Secretarias  de Educação que solicitassem para utilização nos seus  processos  seletivos. Essas instituições se comprometiam a não divulgar os dados  e  teriam acesso mediante usuário e senha.</p></blockquote>
<p>Ao que parece, a segurança do sistema baseava-se no uso de uma senha <em>compartilhada</em> que todos deveriam guardar em segredo. Nesse sistema, basta um usuário descuidado (ou mal-intencionado) para pôr tudo a perder. E, segundo o INEP, foi o que aconteceu.</p>
<p>Discordo da <a href="http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2010/08/vazamento-pelo-site-e-menos-grave-que-o-de-prova-do-enem-diz-ministro.html" rel="nofollow" class="liexternal">afirmação</a> de que esse vazamento é menos grave do que o <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1326927-5604,00-INVESTIGACAO+DA+PF+MIRA+IMPRESSAO+E+DISTRIBUICAO+DAS+PROVAS+DO+ENEM.html" rel="nofollow" class="liexternal">vazamento da prova</a>, ocorrido no ano passado. Segundo informações, vazaram dados como nome completo, números de RG e CPF, data de nascimento e nome da mãe dos inscritos em 2007, 2008 e 2009. Com esses dados, é possível confeccionar documentos falsos, abrir contas bancárias ou empresas fictícias e solicitar financiamentos, dentre vários outros crimes, <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/fragilidade-no-sistema-motivou-vazamento-de-dados" rel="nofollow" class="liexternal">segundo policiais</a>. O vazamento da prova comprometeu apenas o ENEM, custou milhões para refazer a prova e pode ter comprometido a confiabilidade da avaliação. Quanto custará o comprometimento da privacidade de milhões de cidadãos brasileiros?</p>
<p>Esse tipo de falha já ocorreu em outros países. Inclusive, em alguns casos, vazaram dados de cartão de crédito. Então, repito meu apelo: <em>zelem por seus dados</em>, porque já basta o risco que eles correm nas mãos de terceiros.</p>
<div id="attachment_1082" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-1082" title="Inepto, eu?" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/jokes/groo_inepto.jpg" alt="groo_inepto.jpg" width="300" height="450" /><p class="wp-caption-text">Qualquer semelhança...</p></div>

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		<title>Marketing topiário</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/marketing-topiario/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 19:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/jardineiro-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="jardineiro.jpg" title="Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço." /></p>Na minha opinião, um dos mais importantes cartões de visita de uma empresa é a forma como ela trata seus clientes. Bom atendimento não necessariamente significa uma boa qualidade do produto ou serviço oferecido, mas pode ser a diferença entre escolher uma ou outra empresa com produtos e serviços de qualidades semelhantes. Pelo menos duas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/jardineiro-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="jardineiro.jpg" title="Se não puder se destacar pelo talento, vença pelo esforço." /></p>
<p>Na minha opinião, um dos mais importantes cartões de visita de uma empresa é a forma como ela trata seus clientes. Bom atendimento não necessariamente significa uma boa qualidade do produto ou serviço oferecido, mas pode ser a diferença entre escolher uma ou outra empresa com produtos e serviços de qualidades semelhantes.</p>
<p>Pelo menos duas vezes, escrevi aqui sobre a <a href="http://www.jlcarneiro.com/tag/atendimento/" class="liinternal">qualidade no atendimento</a>. Como estou reformando minha casa e tenho encontrado os mais variados níveis de qualidade, tanto técnica quanto de atendimento, começarei a escrever algumas observações sobre o assunto, para publicar aqui. Enquanto meu post não fica pronto, publicarei alguns textos de terceiros para reflexão sobre o assunto.</p>
<p>O texto abaixo, de autoria desconhecida, circula na internet já há alguns anos e dá uma noção de controle de qualidade no atendimento a clientes.</p>
<p><span id="more-1067"></span></p>
<blockquote><p><span class="title">Talento!</span><br />
<span class="author">Mensagem que circula na internet (autor desconhecido)</span></p>
<p>Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição ter em sua frente um lindo gramado, e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins.</p>
<p>Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa dos Estados Unidos contratou um desses jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade; mas, como já o havia contratado, pediu que o garoto executasse o serviço.</p>
<p>Quando o garoto terminou o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone, no que foi prontamente atendido. Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:</p>
<p>– A senhora está precisando de um jardineiro?<br />
– Não. Eu já tenho um. – respondeu.<br />
– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo!<br />
– Isso meu jardineiro também faz.<br />
– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço! – disse ele.<br />
– Mas isso o meu jardineiro também faz.<br />
– Eu faço a programação de atendimento o mais rápido possível!<br />
– Não, o meu jardineiro também me atende prontamente.<br />
– O meu preço é um dos melhores!<br />
– Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom!</p>
<p>Quando ele desligou o telefone, o executivo disse-lhe paternalmente:</p>
<p>– Meu rapaz, você perdeu um cliente&#8230;<br />
– Não! – respondeu o garoto – Eu sou o jardineiro dela. Eu apenas estava medindo o quanto ela estava satisfeita!</p></blockquote>
<p>Algumas reflexões válidas:</p>
<ol>
<li>Quantas empresas você conhece que se beneficiariam de uma avaliação simples como esta?</li>
<li>Quantas delas teriam coragem para fazer essa avaliação?</li>
<li>Uma empresa cuidadosa a ponto de fazer esse tipo de avaliação teria mais chances de prover um produto ou serviço de qualidade?</li>
</ol>
<p>O que você acha?</p>

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	</item>
		<item>
		<title>A coragem de ser responsável</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/a-coragem-de-ser-responsavel/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 12:39:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[Lya Luft]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/jokes/crianca_agressiva-thumbnail.gif" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="crianca_agressiva.gif" title="Cuidado: criança brava!" /></p>Ensinar exige coragem. Na sala de aula, o conteúdo deve ser útil, não apenas naquele momento, mas, principalmente no futuro, quando o aluno entrar no mercado de trabalho. Também é necessário ensinar ao aluno como reciclar aquele conhecimento sozinho, porque o professor dificilmente estará com ele quando isso for necessário. A facilidade de acesso a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/jokes/crianca_agressiva-thumbnail.gif" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="crianca_agressiva.gif" title="Cuidado: criança brava!" /></p>
<p>Ensinar exige coragem.</p>
<p>Na sala de aula, o conteúdo deve ser útil, não apenas naquele momento, mas, principalmente no futuro, quando o aluno entrar no mercado de trabalho. Também é necessário ensinar ao aluno como reciclar aquele conhecimento sozinho, porque o professor dificilmente estará com ele quando isso for necessário.</p>
<p>A facilidade de acesso a informações proporcionada pela internet multiplicou a necessidade de manter-se atualizado de forma impressionante. O professor precisa ainda ter tato e paciência para lidar com as discordâncias dos alunos, nem sempre devidamente polidos. Também deve estar preparado para admitir que desconhece a resposta a uma pergunta, ou ainda, que cometeu um erro.</p>
<p>Parece difícil? Educar seus próprios filhos, a boa e velha educação doméstica, pode ser ainda mais desafiador.</p>
<p><span id="more-1068"></span>Além da maior responsabilidade (afinal, são seus filhos), o ambiente familiar diminui a distância entre &#8220;professor&#8221; e &#8220;aluno&#8221; (no caso, pai e filho), normalmente resultando na confusão entre intimidade e falta de respeito.</p>
<p>Para piorar, atualmente, a sociedade está mais preocupada em não ferir suscetibilidades do que em educar a nova geração: professores preocupados com a cor da caneta usada nas correções, pais que esquecem do seu papel e tentam ser &#8220;amiguinhos&#8221; e políticos consumindo dinheiro público para discutir o que é &#8220;palmada pedagógica&#8221;, e ela se pode ser usada pelos pais.</p>
<div id="attachment_1074" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/unused/geracoes_castigo.jpg" title="O castigo ontem e hoje" class="liimagelink" rel="thumbnail"><img class="size-large wp-image-1074" title="Clique para ampliar" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/unused/geracoes_castigo-large.jpg" alt="geracoes_castigo.jpg" width="300" height="151" /></a><p class="wp-caption-text">O castigo ontem e hoje</p></div>
<p>Felizmente, textos como o de <a href="http://www.jlcarneiro.com/chega-de-cafe-com-leite/" class="liinternal">Rosely Sayão</a>, reproduzido aqui há alguns anos, e o de Lya Luft, reproduzido abaixo, ajudam-nos a recuperar o bom senso: <em>ensinar é ser responsável</em>!</p>
<blockquote><p><span class="title">Sobre pais e filhos</span><br />
<span class="author">Lya Luft<a href="#credits" class="liinternal">*</a> (<a href="http://veja.abril.com.br/160604/ponto_de_vista.html" rel="nofollow" class="liexternal">Revista Veja, ed. 1858</a>)</span></p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-1073" title="Lya Luft" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/people/lya_luft-medium.jpg" alt="lya_luft.jpg" width="149" height="200" />&#8220;Por que as crianças hoje são tão malcriadas e os adolescentes tão agressivos?&#8221;</p>
<p>A pergunta mexeu com todos. Alguns aplaudiram, outros deram risada (solidária, não irônica), e pareceu correr pela sala uma onda de alívio: o problema não era a dor secreta de cada um, mas uma aflição geral. Minha resposta não foi nada sofisticada. Saltou espontânea de trás de tudo o que li sobre educação e psicologia:</p>
<p>&#8220;Porque a gente deixa&#8221;.</p>
<p>E a gente deixa porque talvez uma generalizada troca de papéis nos confunda. Por exemplo, a que ocorre entre público e privado. Vivemos uma ânsia de expor o que pensamos sobre os outros, achando que nos resguardamos da opinião alheia. No entanto, essa é uma forma de botar a cara na janela, tornar-se cabide dos fantasmas alheios – uma verdade mais contundente do que imaginam os que nunca se debruçaram em nenhum parapeito.</p>
<p>Quando pequena, numa cidade do interior, era engraçado no fim da tarde, no sobrado de meus avós, subir numa banqueta e, cotovelos apoiados em almofadas, ficar olhando pela janela o que se passava na rua. Até que descobri que eu é que estava sendo olhada: eu me expunha. Eu, tímida e assustada, era personagem, não platéia. E a janela perdeu a graça.</p>
<p>Filhos malcriados e agressivos&#8230; O problema da autoridade em crise não é do vizinho, não acontece no exterior, não é confortavelmente longínquo. É nosso. Parece que criamos um bando de angustiados, mais do que seria natural. Sim, natural, pois, sobretudo na juventude, plena de incertezas e objeto de pressões de toda sorte, uma boa dose de angústia é do jogo e faz bem.</p>
<p>Mas quando isso nos desestabiliza, a nós, adultos, e nos isola desses de quem estamos ainda cuidando, a quem devemos atenção e carinho, braço e abraço, é porque, atordoados pelo excesso de psicologismo barato, talvez tenhamos desaprendido a dizer não. Nem distinguimos quando se devia dizer sim. Estamos tão desorientados quanto esses que têm vinte, trinta anos menos do que nós. Assim é instalada a inversão, e esta pode ser bem dolorosa.</p>
<p>Muitas vezes crianças são excessivamente malcriadas e adolescentes agressivos demais porque têm medo. Ser insolente, testar a autoridade adulta, quebrar a cara e bater pé, tudo isso faz parte do crescimento, da busca saudável de um lugar no mundo. Mas não ter limites é assustador. Ser superprotegido fragiliza. O mundo é informe quando se está começando a caminhar por ele: quem poderia sugerir formas, apontar caminhos, discutir questões, escutar e dialogar está tão inseguro quanto os que mal acabaram de nascer.</p>
<p>Teorias mal explicadas, mal digeridas e mais mal aplicadas geraram o medo de magoar, de afastar, de &#8220;perder&#8221; o filho. A fuga da responsabilidade, o receio de desagradar (todos temos de ser bonzinhos) aliam-se ao conformismo, o &#8220;hoje em dia é assim mesmo&#8221;. Ninguém mais quer ser responsável: é cansativo, é tedioso, dá trabalho, causa insônia. Queremos ser amiguinhos, mas os filhos precisam de pais. E, intuindo nossa aflição, esperneiam, agridem, se agridem – talvez por não confiarem o suficiente em nós.</p>
<p>Ter um filho é, necessariamente, ser responsável. Ensinar numa escola é ser responsável. Estar vivo, enfim, é uma grave responsabilidade. Não basta tentar salvar a própria pele nessa guerrilha social, econômica, ética e concreta em que estamos metidos. Trata-se de ter ao menos um pequeno facho de confiança, generosidade e experiência, e colocá-lo nas mãos das crianças e dos jovens que, queiram eles ou não, se voltam para nós – antes de se voltarem contra nós.</p>
<p><span id="credits" class="credits">* <strong>Lya Luft</strong> é escritora.</span></p></blockquote>
<p>Concordo plenamente com a autora, educar um filho é cansativo, é tedioso, dá trabalho e causa insônia. Mas, ser pai é, antes de tudo, ser responsável. Iremos magoar, afastar, &#8220;perder&#8221; nossos filhos, se não cumprirmos esse papel. Essa lição precisa ser aprendida por nós e repassada para eles.</p>
<p>Afinal, eles também serão pais um dia, não é?</p>

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		<title>Falha LNK começa a ser explorada</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 05:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/cracker-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="cracker.jpg" title="Cuidado com os crackers!" /></p>Os crackers não perdem tempo! A vulnerabilidade no tratamento de atalhos (arquivos .lnk) do Windows, oficialmente denominada CVE-2010-2568, já começou a ser explorada por pelo menos dois malwares, segundo pesquisadores da empresa de segurança ESET. O primeiro caso, denominado por eles Win32/TrojanDownloader.Chymine.A, menos sofisticado, explora a vulnerabilidade para instalar um keylogger. Aparentemente, sua propagação é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/cracker-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="cracker.jpg" title="Cuidado com os crackers!" /></p>
<p>Os crackers não perdem tempo! A <a href="http://www.jlcarneiro.com/nova-ameaca-em-pendrives-no-windows/" class="liinternal">vulnerabilidade no tratamento de atalhos</a> (arquivos .lnk) do Windows, oficialmente denominada <a href="http://web.nvd.nist.gov/view/vuln/detail?vulnId=CVE-2010-2568" class="liexternal">CVE-2010-2568</a>, <a href="http://blog.eset.com/2010/07/22/new-malicious-lnks-here-we-go" class="liexternal">já começou a ser explorada</a> por pelo menos dois malwares, segundo pesquisadores da <a href="http://www.eset.com/" class="liexternal">empresa de segurança ESET</a>.</p>
<p>O primeiro caso, denominado por eles Win32/TrojanDownloader.Chymine.A, menos sofisticado, explora a vulnerabilidade para instalar um <a href="http://www.jlcarneiro.com/introducao-aos-malwares/" class="liinternal">keylogger</a>. Aparentemente, sua propagação é feita por outro método.</p>
<p><span id="more-1069"></span>Por outro lado, o segundo caso é mais perigoso. Trata-se de uma praga já conhecida, denominada Win32/Autorun.VB.RP, atualizada para criar atalhos explorando a nova vulnerabilidade como <del>vetor adicional de propagação</del> mais uma forma de contaminar computadores.</p>
<p>Apesar de ainda serem poucos os casos reais, especialistas esperam <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/23/criadores-de-virus-ja-exploram-nova-brecha-do-windows-alerta-empresa/paginador/pagina_2" rel="nofollow" class="liexternal">inúmeros malware explorando essa falha</a> nos próximos meses.</p>
<p>A Microsoft afirma que está trabalhando no problema mas, até o momento, publicou apenas uma <a href="http://support.microsoft.com/kb/2286198" rel="nofollow" class="liexternal">solução temporária</a> para a vulnerabilidade. Espera-se que uma correção definitiva seja divulgada na próxima Terça-feira de Atualizações, no dia 10 de agosto.</p>
<p><strong>Atualização:</strong> A falha foi mais grave do que o esperado, obrigando a Microsoft a antecipar a correção, no <a href="http://www.microsoft.com/technet/security/Bulletin/MS10-046.mspx" rel="nofollow" class="liexternal">Boletim de Segurança da Microsoft MS10-046 &#8211; Crítica</a>, que abrange todas as versões suportadas do Windows (Windows XP SP3 e posteriores). Os usuários que ativaram as atualizações automáticas do Windows não precisarão tomar nenhuma providência porque a atualização será instalada automaticamente. Os demais, devem instalá-la manualmente o mais rápido possível.</p>

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		<title>Nova ameaça em pendrives no Windows</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 02:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/cracker-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="cracker.jpg" title="Cuidado com os crackers!" /></p>Há alguns meses, fiquei feliz em descobrir o Panda USB Vaccine, uma ferramenta contra vírus em pendrives. Na época, a maior ameaça era o sistema de reprodução automática do Windows, usado pelos vírus para se instalar no computador sem o conhecimento do usuário. O utilitário da Panda, substituía o arquivo autorun.inf por uma versão inócua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/cracker-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="cracker.jpg" title="Cuidado com os crackers!" /></p>
<p>Há alguns meses, fiquei feliz em descobrir o <a href="http://www.jlcarneiro.com/como-evitar-virus-em-pendrives/" class="liinternal">Panda USB Vaccine</a>, uma ferramenta contra vírus em pendrives.</p>
<p>Na época, a maior ameaça era o sistema de reprodução automática do Windows, usado pelos vírus para se instalar no computador sem o conhecimento do usuário. O utilitário da Panda, substituía o arquivo <code>autorun.inf</code> por uma versão inócua e impedia que sofresse alterações futuras. Dessa forma, o pendrive ficava imune a contaminações futuras. Para terminar, desabilitava a execução automática no equipamento.</p>
<p>O Panda USB Vaccine ainda existe, e funciona muito bem, obrigado. Mas já não deixa os usuários Windows tão tranquilos quanto antigamente, porque recentemente foi descoberta uma via de contaminação por meio de pendrives sem usar a reprodução automática.</p>
<p><span id="more-1070"></span>Segundo os especialistas, uma vulnerabilidade no Windows, permite que este, ao exibir os ícones dos arquivos presentes num pendrive, execute instruções maliciosas contidas em um atalho (um arquivo com extensão .lnk) preparado com esse fim. O <a href="http://krebsonsecurity.com/2010/07/experts-warn-of-new-windows-shortcut-flaw/" class="liexternal">malware capaz de explorar essa falha</a>, até o momento, instala os arquivos <code>mrxnet.sys</code> e <code>mrxcls.sys</code> e tenta ocultar sua presença tanto do usuário quanto das ferramentas de segurança instaladas. Ainda não há certeza quanto ao objetivo dessa infecção, mas não deve ser bem-intencionada.</p>
<p>A Microsoft reconheceu que <em>todas</em> as versões do Windows são afetadas pelo problema no <a href="http://www.microsoft.com/technet/security/advisory/2286198.mspx" rel="nofollow" class="liexternal">Recomendação de Segurança nº 2286198</a>, mas ainda não definiu data para sua solução. Provavelmente será corrigido no próximo ciclo de atualizações, dia 10 de agosto. Mas, até lá, recomenda duas &#8220;<a href="http://www.microsoft.com/technet/security/advisory/2286198.mspx#EPH" rel="nofollow" class="liexternal">soluções de contorno</a>&#8220;, ambas com efeitos colaterais:</p>
<ul>
<li>desabilitar a exibição de ícones para atalhos, fazendo com que todos os atalhos &#8220;percam&#8221; seus ícones; ou</li>
<li>desabilitar o serviço WebClient, impactando nos serviços de rede, especialmente aqueles voltados para a internet.</li>
</ul>
<p>Então, atenção redobrada com pendrives pelos próximos 22 dias e torçamos que, na próxima <a href="http://www.microsoft.com/brasil/security/msrc/update_cycle.mspx" rel="nofollow" class="liexternal">Terça-feira de Atualizações</a>, o problema seja resolvido.</p>
<p>Para mais detalhes, sugiro a leitura dos seguintes posts<a href="http://www.seginfo.com.br/" class="liexternal"></a>:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.seginfo.com.br/novo-malware-para-windows-7-arquivos-de-atalho/" class="liexternal">Novo malware para Windows 7 – arquivos de atalho</a>;</li>
<li><a href="http://www.seginfo.com.br/rootkit-de-arquivos-de-atalho-lnk-confirmado-pela-microsoft-e-o-primeiro-malware-que-nao-sera-corrigido-no-windows-xp-sp2/" class="liexternal">Vulnerabilidade de arquivos de atalho (.lnk) é confirmada pela Microsoft, e não é exclusiva do Windows 7</a>; e</li>
<li><a href="http://krebsonsecurity.com/2010/07/experts-warn-of-new-windows-shortcut-flaw/" class="liexternal">Experts Warn of New Windows Shortcut Flaw</a>.</li>
</ul>

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		<title>As oito horas que fazem a diferença</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/as-oito-horas-que-fazem-a-diferenca/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 20:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Carlos Cabrera]]></category>
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		<category><![CDATA[Superinteressante]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/ghostbusters_stay_puft-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="ghostbusters_stay_puft.jpg" title="Mr. Stay Puft" /></p>A Superinteressante deste mês aborda um assunto extremamente importante: a relação entre sucesso e dedicação. Segundo a revista, pela primeira vez, cientistas conseguiram medir o tempo necessário de estudo para alguém se destacar internacionalmente em alguma área: 10 mil horas. Segundo os especialistas, as pessoas com maior probabilidade de sucesso são aquelas com maior autocontrole e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/ghostbusters_stay_puft-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="ghostbusters_stay_puft.jpg" title="Mr. Stay Puft" /></p>
<p>A <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/?edn=280Ed&amp;yr=2010a&amp;mt=julhom&amp;ys=2010y" rel="nofollow" class="liexternal">Superinteressante deste mês</a> aborda um assunto extremamente importante: a relação entre sucesso e dedicação. Segundo a revista, pela primeira vez, cientistas conseguiram medir o  tempo necessário de estudo para alguém se destacar internacionalmente em  alguma área: 10 mil horas.</p>
<p>Segundo os especialistas, as pessoas com maior probabilidade de sucesso são aquelas com maior autocontrole e disposição para adiar uma gratificação no presente para obtê-la em maior quantidade no futuro. Na década de 60, cientistas verificaram, por meio de um  teste prático na Universidade de Stanford, que crianças que se controlavam para não comer  imediatamente um grande marshmallow tornavam-se adultos mais  bem-sucedidos, com mais  amigos, notas mais altas e menos problemas com estresse e obesidade.</p>
<p>O problema é que <a href="http://carreiras.empregos.com.br/comunidades/rh/noticias/080108-geracao_2.0.shtm" class="liexternal">a nova geração de profissionais</a> não pensa assim: <q>os jovens de hoje querem cumprir o dever, mas querem saber do  prazer antes</q>, afirma Luiz Carlos Cabrera, um dos maiores especialistas em RH no país.</p>
<p><span id="more-1064"></span>O texto a seguir, publicado na <a href="../about/#v2" class="liinternal">versão anterior</a> deste site, trata justamente desse assunto.</p>
<blockquote><p><span class="title">As 8 horas que fazem a diferença</span><br />
<span class="author">Por <a href="http://www.anthropos.com.br" class="liexternal">Luiz Almeida Marins Filho</a></span></p>
<p><img class="alignright size-thumbnail wp-image-1066" title="Luiz Almeida Marins Filho" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/people/luiz_marins-thumbnail.jpg" alt="luiz_marins.jpg" width="100" height="100" />O dia tem 24 horas para todas as pessoas. Não tem ninguém que tenha um minuto a mais. E essas 24 horas, teoricamente, estão divididas em três blocos de 8 horas. No primeiro bloco de oito horas, descansamos, dormimos. No segundo bloco, trabalhamos. E no terceiro bloco de oito horas? O que fazemos?</p>
<p>Aí está a chave do sucesso. É justamente o que fizermos dessas oito horas restantes que determinará o nosso sucesso ou fracasso. É nesse período que percorreremos o “quilômetro extra”. É nesse período que faremos a diferença.</p>
<p>Veja bem. Ser o melhor, o mais dedicado, o mais competente durante as oito horas de trabalho, não é mais do que nossa obrigação. Se não formos os melhores nas oito horas de trabalho, o fracasso é certo, as promoções não virão e poderá até vir o desemprego. A verdade é que para se obter sucesso total na vida e mesmo no trabalho, não basta ser excelente nas oito horas de trabalho.</p>
<p>É o que fizermos das oito horas restantes do sono e do trabalho que fará a grande diferença. E, geralmente, utilizamos mal essas valiosas oito horas. Não planejamos o que fazer com elas. Simplesmente “as perdemos” – perdemos tempo – como se diz. E esse tempo jamais voltará. Um minuto mal gasto é um minuto que jamais será recuperado. Vencerá quem utilizar mais sabiamente essas oito horas restantes. Seja em atividades desportivas, de lazer ou utilizando-as para o aperfeiçoamento intelectual, fazendo cursos, participando de concertos, indo ao cinema, ao teatro, assistindo a programas educativos e culturais na televisão, essas oito horas devem ser motivo de análise e planejamento para todos nós. Elas farão a diferença, acredite!</p>
<p>É preciso que cada um de nós entenda, sem ilusão, que hoje, o mercado só terá lugar para os realmente competentes, diferenciados; somente para os melhores. E para que sejamos melhores é preciso que façamos mais do simplesmente dormir bem oito horas e trabalhar bem oito horas por dia. É preciso que façamos a diferença exatamente utilizando melhor as terceiras oito horas além do sono e do trabalho.</p>
<p>E o que fazemos com as nossas 8 horas além do sono e do trabalho? No que estamos empregando esse valioso tempo? Estamos criando em nós a diferença necessária para vencermos neste mundo competitivo onde só os melhores sobreviverão com dignidade? Fazemos algum planejamento para a ocupação inteligente desse tempo livre não comprometido? Investimos nessas oito horas para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional?</p></blockquote>
<p>E você? O que faz das suas &#8220;terceiras oito horas&#8221;?</p>
<p>Para concluir, o vídeo de uma <a href="http://super.abril.com.br/ciencia/formula-sucesso-574653.shtml" rel="nofollow" class="liexternal">versão moderna do teste do marshmallow</a> e um <a href="http://super.abril.com.br/testes/voce-sera-sucesso-577339.shtml" rel="nofollow" class="liexternal">teste para verificar se sua personalidade favorece o sucesso</a>, diretamente do site da Superinteressante.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wWW1vpz1ybo&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wWW1vpz1ybo&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>

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		<title>ZeuS agora ataca usuários Visa e Mastercard</title>
		<link>http://www.jlcarneiro.com/zeus-agora-ataca-usuarios-visa-e-mastercard/</link>
		<comments>http://www.jlcarneiro.com/zeus-agora-ataca-usuarios-visa-e-mastercard/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 04:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/cracker-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="cracker.jpg" title="Cuidado com os crackers!" /></p>A botnet ZeuS, depois de contaminar milhares de máquinas ao redor do planeta, inovou mais uma vez: as máquinas contaminadas estão exibindo telas falsas da Visa e da Mastercard para capturar dados sigilosos dos usuários. O Verified by Visa e o Mastercard SecureCode são programas legítimos, criados pelas operadoras para aumentar a segurança dos seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/cracker-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="cracker.jpg" title="Cuidado com os crackers!" /></p>
<p>A <a href="http://www.jlcarneiro.com/kneber-botnet-a-nova-cara-de-zeus/" class="liinternal">botnet ZeuS</a>, depois de contaminar milhares de máquinas ao redor do planeta, <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/14/zeus-aplica-novo-golpe-com-telas-falsas-de-cartoes-visa-e-mastercard/" rel="nofollow" class="liexternal">inovou mais uma vez</a>: as máquinas contaminadas estão exibindo telas falsas da Visa e da Mastercard para capturar dados sigilosos dos usuários.</p>
<p>O <a href="http://www.verifiedbyvisa.com.br/aspx/verified/verified.aspx" rel="nofollow" class="liexternal">Verified by Visa</a> e o <a href="https://services.redecard.com.br/novoportal/site/3702/default.aspx" rel="nofollow" class="liexternal">Mastercard SecureCode</a> são programas legítimos, criados pelas operadoras para aumentar a segurança dos seus clientes nas transações comerciais eletrônicas. Eles solicitam aos usuários algumas informações extras como medida de segurança adicional.</p>
<p><span id="more-1060"></span>O problema é que o botnet ZeuS, controlado remotamente por criminosos, aguarda até que a vítima acesse um banco ou instituição financeira na lista dos  alvos e utiliza várias  técnicas para roubar  credenciais ou executar transferências bancárias  não autorizadas. Na maioria das vezes, ele exibe uma falsa tela de inscrição nos programas da Visa e da Mastercard, solicitando aos usuários que informem suas senhas ou outras informações sigilosas como números de cartões de crédito e de débito e data de vencimento, entre outros, segundo a empresa de segurança <a href="http://www.trusteer.com/" rel="nofollow" class="liexternal">Trusteer</a>.</p>
<p><a href="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/screenshots/zeus_visa_mastercard.gif" title="Página falsa da Visa e Mastercard exibida pelo ZeuS" class="liimagelink" rel="thumbnail"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1061" title="Clique para ampliar" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/screenshots/zeus_visa_mastercard-medium.gif" alt="zeus_visa_mastercard.gif" width="200" height="155" /></a></p>
<p>No momento, a principal característica das telas falsas é estarem em inglês. Mas, considerando que, segundo a VeriSign, os internautas brasileiros não conseguem identificar um golpe virtual, não deve demorar muito até surgirem versões em nosso idioma.</p>
<p>Em uma <a href="http://info.abril.com.br/professional/seguranca/90-dos-internautas-podem-ser-vitimas-de-phishing.shtml" rel="nofollow" class="liexternal">pesquisa recente</a>, a VeriSign montou um site e pediu a internautas que identificassem qual das imagens de dois web sites, mostradas lado a lado, representava um site falso. A empresa concluiu que a maioria dos internautas corre o risco de sofrer fraudes on-line por não ser capaz de  identificar as diferentes formas golpes virtuais. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>73% das pessoas não conseguiram identificar <a href="http://www.jlcarneiro.com/analise-de-um-phishing-scam/" class="liinternal">erros ortográficos</a> que denunciariam a fraude;</li>
<li>54% das pessoas não observaram a inexistência do <a href="http://www.jlcarneiro.com/home-banking-tres-testes-praticos/" class="liinternal">símbolo do cadeado</a> na barra de endereço do navegador;</li>
<li>36% das pessoas concordaram a dar informações adicionais <em>sigilosas</em> sobre suas contas; e</li>
<li>33% das pessoas não foram capazes de perceber um nome de domínio alterado de forma suspeita.</li>
</ul>
<p>Sendo o <a href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2010/07/13/internauta-brasileiro-nao-sabe-identificar-site-fraudulento-diz-pesquisa/" rel="nofollow" class="liexternal">IDG Now!</a>, a pesquisa também se aplica ao internauta brasileiro. Quer testar se você seria enganado? Acesse o site criado para a pesquisa, <a href="https://www.phish-no-phish.com/Default.aspx" class="liexternal">Phish or No Phish</a>, um exercício interessante. O teste é promoção do <a href="http://www.verisign.com.br/secured-seal/howto/index.html" class="liexternal">VeriSign® Extended Validation (EV)</a>, um produto de segurança da VeriSign que, ao confirmar a autenticidade do site, deixa verde a barra de endereços, como no exemplo abaixo:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1062" title="Exemplo da barra de endereços usando a VeriSign® Extended Validation" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/screenshots/verisign_ev_greenbar.png" alt="verisign_ev_greenbar.png" width="600" height="62" /></p>
<p>Claro que <em>nenhuma</em> medida de segurança é 100% segura, mas pelo menos por enquanto, é bastante confiável e fácil de usar. Outra vantagem é que as medidas para identificação devem ser tomadas pelas instituições comerciais e financeiras, bastando ao internauta usar a <a href="http://www.updateyourbrowser.net/pt/" class="liexternal">versão mais atualizada do seu navegador predileto</a>.</p>
<p>A seguir, alguns dos navegadores compatíveis:</p>
<ul>
<li>Microsoft Internet Explorer 8 (ou superior);</li>
<li>Mozilla Firefox 3 (ou superior);</li>
<li>Opera 9.5 (ou superior);</li>
<li>Apple Safari 3.2 (ou superior);</li>
<li>Google Chrome; ou</li>
<li>Flock.</li>
</ul>

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		<title>A leitura como chave para o sucesso</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 02:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Luís</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/conhecimento-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="conhecimento.jpg" title="Alguns caminhos para o conhecimento" /></p>Há três semanas atrás, faleceu José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura. Conheço pouco de sua obra, li apenas um de seus livros, Caim. Seu estilo era bastante incomum, causando estranhamento aos iniciantes. Mas, o humor irônico compensa facilmente o esforço inicial. Agora estou ansioso para ler [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="100" height="100" src="http://www.jlcarneiro.com/wp-content/uploads/Image/blog/misc/conhecimento-thumbnail.jpg" class="attachment-thumbnail wp-post-image" alt="conhecimento.jpg" title="Alguns caminhos para o conhecimento" /></p>
<p>Há três semanas atrás, faleceu José Saramago, o único escritor de língua portuguesa a ganhar o Prêmio Nobel de Literatura. Conheço pouco de sua obra, li apenas um de seus livros, <a href="http://www.jlcarneiro.com/go/saramago_caim/" rel="nofollow" class="liinternal">Caim</a>. Seu estilo era bastante incomum, causando estranhamento aos iniciantes. Mas, o humor irônico compensa facilmente o esforço inicial. Agora estou ansioso para ler <a href="http://www.jlcarneiro.com/go/saramago_ensaio_cegueira/" rel="nofollow" class="liinternal">Ensaio Sobre a Cegueira</a> e as <a href="http://www.jlcarneiro.com/go/saramago_intermitencias_morte/" rel="nofollow" class="liinternal">Intermitências da Morte</a>.</p>
<p><span id="more-1019"></span>O objetivo desse post não é fazer uma resenha de seus livros, mas refletir sobre a declaração do escritor de que a internet estimulava sim a escrita, mas com um baixo nível de qualidade:</p>
<blockquote><p>A prática do blog levou muitas pessoas que antes pouco ou nada escreviam a escrever. Pena que muitas delas pensem que não vale a pena se preocupar com a qualidade do que se escreve.
<p style="text-align: right;"><small><a href="http://edant.clarin.com/diario/2009/06/21/sociedad/s-01943258.htm" class="liexternal">Entrevista</a> publicada no jornal argentino Clarín.</small></p>
</blockquote>
<p>De fato, <a href="http://hypescience.com/use-a-internet-para-ler-mais/" class="liexternal">especialistas</a>, como Nicholas Carr, estão chegando à conclusão que os internautas lêem bastante na internet, mas, sem foco, terminam lendo material de baixa qualidade. E isso está nos deixando mais burros.</p>
<p>Se lembrarmos que Saramago não teve uma educação formal digna de nota, chegando ao Prêmio Nobel, de maneira autodidata, talvez prestemos mais atenção à formação de nossos filhos, estimulando-os a ler mais e melhor, como sugerido no ótimo texto abaixo:</p>
<blockquote><p><span class="title">O judeu de Bethesda</span><br />
<span class="author">por Claudio de Moura Castro<a href="#credits" class="liinternal">*</a> (<a href="http://veja.abril.com.br/160610/judeu-bethesda-p-026.shtml " rel="nofollow" class="liexternal">Revista Veja, ed. 2169</a>)</span></p>
<p>Último dia de aula na escola Walt Whitman. Situada em Bethesda, um bairro intelectualmente sofisticado da região de Washington (DC), é uma das melhores dos Estados Unidos. O pimpolho volta para casa. Poderia estar sonhando com três meses de vadiagem, longe dos livros. Mas o sonho duraria pouco. Ao fim da tarde, chega o pai judeu, carregando uma sacola de livros recém-comprados. Chama o filho, esparrama os livros na mesa da sala e começa a montar o cronograma de leituras, incluindo a cobrança periódica do que terá sido lido. Ignoro quantos pais judeus passaram também nas livrarias. Mas imagino que não foram poucos.<br />
Ilustração Atômica Studio</p>
<p>Ler livros, glorificar livros, eis uma tradição judaica milenar. Vem de longe e não se buscam muitas explicações científicas para ela. Não obstante, Karl Alexander, da Universidade Johns Hopkins, somando aos 39 estudos sobre o assunto, completou uma pesquisa com alunos do ensino fundamental. Concluiu que, das vantagens acadêmicas acumuladas pelos alunos mais ricos até a 9ª série, dois terços advêm de atividades de leitura mais intensas durante as férias. Segundo a Secretaria de Educação americana, as perdas dos mais pobres nas férias são &#8220;devastadoras&#8221;. Um pai judeu provavelmente diria: ora bolas, é o que sempre pensei. Mas, para a maioria das pessoas, os resultados são surpreendentes. Em matemática, foi possível comprovar que, durante as férias, os alunos esqueceram o equivalente a 2,6 meses de aula. Em outras palavras, somente 2,6 meses depois de recomeçarem as aulas os alunos atingem o nível de competência que tinham no último dia de aula da série anterior. Ou seja, férias são um horror para o aprendizado.</p>
<p>Trata-se de resultados valiosos para países que lutam bravamente para melhorar seu claudicante ensino. É simples, se for possível estancar a sangria do &#8220;desaprendizado&#8221; – que põe a perder 2,6 meses de estudos –, os ganhos serão enormes. Da ordem de 25%? Que outras intervenções seriam tão poderosas?</p>
<p>Tais ideias abrem caminho para muitas linhas de atividade. Pais interessados e comprometidos com a educação dos seus filhos podem fazer o mesmo que os judeus de Bethesda. Mas, vamos nos lembrar, se livro fosse cultura, os cupins seriam os seres mais cultos do globo. Só livro lido é cultura. Portanto, cobranças sem dó nem piedade. Mas seria só empurrar livros e mais livros goela abaixo dos filhos? Jamais! É preciso desenvolver o prazer da leitura, e o bom exemplo é essencial. À força, pode sair o tiro pela culatra. Que livros? Não adianta comprar Hegel, Spinoza ou Camões, se as leituras favoritas ainda não passaram muito da Turma da Mônica. É fracasso garantido. Os livros devem andar muito próximo do interesse e da capacidade de compreensão dos leitores, sempre puxando um pouco para cima.</p>
<p>Desviando parcialmente do assunto, quero sugerir aos pais que façam manifestações, que acampem em frente à casa dos prefeitos, até que se mude uma situação vergonhosa. Uma pesquisa recente com as bibliotecas públicas brasileiras pôs a descoberto que (além de fecharem às 6 da tarde) apenas 20% delas abrem aos sábados e só 1% aos domingos. Como é possível que, nas horas e dias de folga das escolas, as bibliotecas permaneçam fechadas? No caso das leituras de férias, são os únicos dias em que muitos pais poderiam ir à biblioteca para escolher livros com os filhos.</p>
<p>Para aqueles que cuidam da educação como ofício, as implicações da pesquisa da Johns Hopkins não são menos revolucionárias. Mostram ser preciso fazer alguma coisa, somente para conseguir não andar para trás nas férias. Por exemplo, programas públicos de leitura. Não são programas caros nem complicados, basta criar monitorias para garantir que as leituras sejam feitas.</p>
<p>Em um nível mais ambicioso, sobretudo para alunos mais vulneráveis, poderiam ser criados cursos de férias. Não se trata de fazer a mesma coisa que no período letivo, pois seria repetir um ensino aborrecido e pouco produtivo. Precisamos de projetos intelectualmente desafiadores, atividades que estimulem os miolos, jogos e muitas outras coisas. O que precisa ser aprendido não é muito diferente, mas viria vestido com roupas mais alegres. E, como sabemos que cabeça vazia é oficina do diabo, essas atividades podem até mesmo ter outras consequências benéficas, por evitar rumos pouco recomendáveis em que se deságuam as amplas energias desses jovens.</p>
<p><span class="credits" id="credits">* <strong>Claudio de Moura Castro</strong> é economista.</span></p></blockquote>

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