Em geral, aplicativos de escritório como editores de texto, planilhas de cálculo e programas de apresentação têm alguma capacidade de desenho vetorial, servindo para desenhar organogramas e fluxogramas simples. Assim, quem precisa de um organograma ou um fluxograma simples, pode inserir algumas formas e linhas e resolver seu problema em alguns minutos.
No entanto, à medida que aumenta a complexidade dos diagramas, o trabalho para representá-los usando ferramentas não especializadas também aumenta e, às vezes, parece que geometricamente. Aí entram ferramentas projetadas para este fim, como o Microsoft Visio ou o Dia, que facilitam a vida dos usuários.
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26 de setembro de 2008 às 18:41 (atualizado em 8 de janeiro de 2010 às 13:05)
Publicado em Administração
Marcadores: atendimento, boicote, casos, clientes, CRM, Luiz Marins, qualidade, SAC
É incrível como fios de mouse e fones de ouvido embaraçam. Para evitar maiores aborrecimentos, terminei comprando um mouse e uns fones de ouvido retráteis.
Acontece que, há alguns dias, eu me esqueci que estava com os fones de ouvido e me afastei do computador, partindo o fio próximo ao conector. Já encomendei um novo par de fones de ouvido mas, enquanto ele não chega, pensei em consertar o conector defeituoso.
Hoje, aproveitei o horário de almoço para comprar um conector na Casa do Cartucho do Comércio. Minutos depois, notei que havia comprado um conector P1, menor que o conector P2 usado em computadores e voltei à loja, munido do cupom fiscal, na esperança de resolver o problema. Não adiantou, fui informado pelo gerente que a loja só troca produtos com defeito
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9 de setembro de 2008 às 03:59 (atualizado em 9 de janeiro de 2010 às 00:57)
Publicado em Administração, Material didático
Marcadores: arranjo físico, exercícios, layout, OSM
Complementando o material sobre Arranjo Físico (layout), seguem algumas observações sobre o layout de fábricas, disponíveis no capítulo 13 do livro Organização e Métodos: uma visão holística, de Antonio Cury.
Após ler as observações, as equipes de OSM devem resolver um exercício de estudo de layout usando o método dos elos.
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21 de agosto de 2008 às 01:24 (atualizado em 27 de setembro de 2008 às 23:57)
Publicado em Administração
Marcadores: carreira, elicitação, entrevista, informação, inteligência competitiva, segurança
O termo elicitação, que não encontrei em nenhum dicionário em português, é um neologismo, provavelmente derivado do inglês elicitation, usado para definir o processo de identificação, solicitação e codificação do conhecimento do especialista. Também é usado, na área de informática, para descrever a atividade de descobrir (identificar, deduzir, extrair, evocar, obter) os requisitos de um sistema, através de entrevistas com os interessados pelo sistema, de documentos de sistemas existentes (manuais ou automatizados), da análise do domínio do problema ou de estudos de mercado
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Recentemente, recomendaram-me um texto descrevendo elicitação como uma técnica para obtenção de informações privilegiadas de concorrentes por meio de uma conversa informal e dando algumas dicas de como se prevenir para não ser vítima dessa técnica. Deixando de lado os aspectos éticos e de segurança (assunto para outro post), o texto ajuda a demonstrar o poder da entrevista como técnica de levantamento de dados.
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5 de junho de 2008 às 17:35
Publicado em Administração
Marcadores: carreira, competência, Max Gehringer
Recebi um e-mail com um texto de Max Gehringer sobre o costume de exigir qualificações exageradas nos processos de seleção, “inflacionando” o mercado sem necessariamente contratar a pessoa mais indicada para o cargo.
O texto me lembrou muito um outro, de Rubem Alves, que li no zÉducando, chamado O Canto do Galo. Apesar de ser voltado para a área acadêmica, passa ensinamentos parecidos e definitivamente vale a pena ser lido.
Voltando ao texto de hoje, encontrei-o no Portal Exame e estava inclusive mais completo!
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21 de maio de 2008 às 22:13
Publicado em Administração
Marcadores: pesquisa, reconhecimento, remuneração
Li recentemente, numa revista, sobre uma pesquisa em que um conjunto de voluntários, dividido em três grupos, foi encarregado de desempenhar uma tarefa maçante.
A tarefa? Não importa. O que importa é o que aconteceu com cada grupo:
- o primeiro grupo foi bem remunerado;
- o segundo foi mal remunerado; e
- o terceiro não foi remunerado, fez a título de favor.
O resultado foi curioso (pelo menos pra mim):
- o primeiro grupo, como era esperado, desempenhou bem sua tarefa;
- o segundo, como também era de se esperar, fez com um pouco menos de dedicação; e
- o terceiro, ao contrário do que se esperava, dedicou-se mais que os anteriores!
A conclusão a que os pesquisadores chegaram é que, apesar de muito importante, a remuneração não é o único estímulo para os funcionários: o reconhecimento tem um peso muito grande e um pedido de favor, quando bem feito, é muito poderoso. Termina inclusive mais ou menos nesses termos: lembre disso da próxima vez que for pedir algo a seus subordinados
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Ah! Antes que eu me esqueça… Não sei se observaram mas, neste post, não citei as fontes das informações que passei. É porque eu não me lembro qual a revista que contém essa reportagem!
Alguém tem alguma pista que me ajude a descobrir a revista que tem essa reportagem?