BB economiza com SL

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Que o Governo Federal está apoiando o Software Livre, todo mundo sabe. Mas o volume de desinformação sobre isso tem sido grande.

Faltam provas de que a iniciativa é democrática e, principalmente, viável financeiramente. Alguns dirão que já viram matérias em revistas especializadas, mas os detratores irão argumentar que é tendenciosa.

É muito bem vinda, então, a comunicação de uma instituição respeitável sobre os resultados obtidos com Software Livre. Melhor ainda, se essa instituição for um dos maiores bancos do país.

Quer alguém mais interessado na viabilidade financeira que um banco?

Saiu, ontem, na Sala de Impressa do Banco do Brasil:

BB economiza R$ 13 milhões com adoção de software livre

O software livre está em alta no Banco do Brasil. Até o final de 2006 deve substituir todas as licenças do pacote Microsoft Office utilizadas pela instituição. A suíte de escritório OppenOffice.org, composta por editor de texto, planilha eletrônica e apresentações, entre outros aplicativos, já foi instalada em 23 mil máquinas, em todo o País. Com a adoção dessa medida, o BB vai economizar aproximadamente R$ 13 milhões com licenças de utilização.

A substituição gradativa de seus sistemas operacionais e aplicativos proprietários por soluções baseadas em software livre, inclui a adoção (operacionalização) do software livre GNU/Linux nos servidores de todas as suas agências.

As instalações nos servidores estão ocorrendo na medida em que as dependências passam a operar com a nova rede de transmissão de dados do BB. Hoje, a empresa tem 20% da rede migrada e a previsão é de encerrar a migração até o meio do ano, quando as 5,5 mil dependências do Banco utilizarão os servidores GNU Linux.

Vejamos as conseqüências, agora…

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